terça-feira, 19 de outubro de 2010

Internet terá mais de dois bilhões de usuários este ano 2010

19/10/2010 - 13:37hs. Internet terá mais de dois bilhões de usuários este ano, diz ONU
Órgão recomenda que países em desenvolvimento reforcem o acesso à rede.

Fonte: Reuters.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

E-commerce brasileiro fatura R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho

Valor supera o total de vendas de shopping centers da Grande São Paulo no período, aponta a Fecomercio

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento supera o total de vendas dos shopping centers da Grande São Paulo no mesmo período, estimado em R$ 7,2 bilhões.
Os dados fazem parte da pesquisa de comércio eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em parceria com a e-bit.
A maior presença do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a metodologia de apuração da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) desenvolvida pela entidade mensalmente. A partir de agora, o comércio eletrônico passa a ser acompanhado como um segmento do varejo denominado como e-PCCV.
"O item foi incorporado à pesquisa como forma de reconhecimento à crescente e inegável expressividade que o comércio eletrônico vem assumindo no varejo brasileiro", afirma o diretor executivo da Fecomercio-SP, Antonio Carlos Borges.
Só na região metropolitana de São Paulo, o e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Apenas no mês de julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo.
"Se a estima se concretizar, para os próximos dois anos, as vendas deste segmento tendem a superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração. O comércio deixará de ser, no futuro, a nova força do varejo paulista, para ficar em sétimo lugar", prevê Borges.
As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com faturamento de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 25% em relação ao ano anterior. Para o varejo na Grande São Paulo, a Fercomercio projeta um crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico) em 2010.

Valor Online | 27/09/2010 12:02

segunda-feira, 12 de julho de 2010

E-mail marketing faz terça-feira virar dia de maior volume de compras na web

SÃO PAULO – Que o comércio eletrônico é um canal de consumo cada vez mais popular entre os brasileiros é fato. Porém, uma pesquisa da Dinamize apontou um dado interessante: 32,7% dos consumidores on-line fazem suas compras na terça-feira.

O diretor comercial da empresa especializada em softwares para e-mail marketing, Rodrigo de Almeida, explica que esse dado é praticamente reflexo de uma “lenda urbana” disseminada entre as empresas que enviam e-mails marketing aos seus clientes. Acabou virando um comportamento-padrão, passado de uma empresa para outra.

Recebo, leio e compro

O raciocínio é o seguinte: acredita-se que, na segunda-feira, o usuário tem muitos e-mails recebidos no final de semana para ler e apagar. Então, a terça-feira é o dia preferido das empresas para disparar suas campanhas.

“Entre 70% e 75% dos e-mails marketing são vistos no mesmo dia em que são enviados, especialmente se a ação é bem cedinho. Então, se a maioria dos e-mails é mandada na terça-feira, acaba gerando maior volume de vendas do e-commerce nesse dia”, explicou Almeida. Segundo ele, entre 20% e 25% dos e-mails são abertos no segundo dia e pouco mais de 3% são vistos no terceiro dia após o recebimento.

A pesquisa da Dinamize mostrou ainda que 70,8% dos entrevistados afirmaram que efetivaram compras on-line ou contrataram algum serviço após o recebimento de tais campanhas via correio eletrônico.

“Se o potencial de retorno (leitura) é de 75% no primeiro dia, nada mais natural que esse dia registre mais vendas. A mesma coisa aconteceria se as empresas resolvessem mandar todas na segunda-feira, por exemplo”, acrescentou o executivo.

O que influencia a comprar?

Ainda de acordo com o executivo, é crescente a influência do e-mail marketing na decisão de compra do consumidor on-line. Enquanto, em 2008, a ferramenta era responsável por 11% das vendas do e-commerce, em 2009, sua participação atingiu 15%. “Nos EUA, há dois anos, o e-mail marketing já era responsável por 23% das vendas”, comentou. “Ao contrário dos outros canais de influência, como as ferramentas de busca e as pessoas que digitam diretamente o site da loja, o e-mail marketing é o único que permite às empresas fazer a companha do jeito que quiserem, elas têm total domínio. Então, a ferramenta por aqui tem potencial de crescer ainda mais”, completou.

Fonte - InfoMoney 07.07.2010.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Brasileiro do Twitter já sonha com empresa própria

Paulista de Campinas, Vitor Lourenço é o único brasileiro a trabalhar na sede do Twitter no Vale do Silício

Já faz quase três anos que o jovem Vitor Lourenço, preso no aeroporto por um voo atrasado, escreveu, em inglês, um singelo e autoexplicativo “esperando no aeroporto”. Era 19 de junho de 2007 e aquele foi seu primeiro “tweet”, seu texto, no Twitter. O designer Vitor Lourenço se notabilizou por ser um dos responsáveis pelas atuais feições do site que é um dos maiores fenômenos da internet mundial nos últimos anos. À época, Lourenço não podia tuitar em português. Mas a rede social está prestes a lançar sua versão em português, prevista para este ano.

Vitor Lourenço é o único brasileiro a trabalhar na sede do Twitter

Paulista de Campinas, Lourenço é o único brasileiro a trabalhar na sede do Twitter no Vale do Silício, epicentro das empresas de tecnologia na Califórnia, nos Estados Unidos. Ganhou alguma notoriedade em seu métier ao ser identificado, em 2008, como um dos responsáveis pela primeira grande reformulação da incensada rede social, criada dois anos antes. Em 19 de junho de 2007, Lourenço não sabia se seu avião chegaria, não sabia que contribuiria para o redesenho do Twitter e, naquele momento, sequer morava ainda nos EUA, mas agora já alimenta o comichão que acomete boa parte dos jovens empreendedores do Vale do Silício: criar sua própria empresa.

“Com certeza, antes dos 30 anos”, diz ele sobre a idade máxima que, imagina, terá ao abrir sua própria companhia - ou sua “startup”, como reza o anglicismo sobre as empresas de tecnologia recém-criadas. “As empresas mais importantes estão localizadas aqui: a cultura de inovação é constante e as pessoas estão muito mais abertas a novas ideias e possibilidades”, diz Lourenço, de 22 anos de idade.

Enquanto amadurece a ideia de criar sua própria companhia na Meca dos empreendedores digitais, Vitor desenha sua trajetória ao definir as feições de um dos sites mais populares do mundo. “Sempre fui fascinado por tecnologias que me permitissem criar”, diz ele. Essa fascinação tinha os brinquedos como válvula de escape: quando criança, Vitor os desmontava - “para saber como funcionavam” - e construía algo novo depois. “Passava dias inteiros brincando de Lego e dificilmente montava as construções da forma como eram propostas pelos manuais”.

Foi esse gosto por construir coisas novas que o levou a criar, ainda nos tempos de colégio, um aplicativo na internet de uso restrito aos colegas de sala de aula e que funcionava como uma espécie de Facebook para poucos - e em 2002, dois anos antes do nascimento da afamada rede social . Foi também com esse espírito que Vitor criou, em 2007, o FoodFeed, uma espécie de Twitter gastronômico. Enquanto o Twitter nasceu para que seus usuários respondessem a pergunta “o que está acontecendo?”, o FoodFeed perguntava “o que você está comendo?”. O desenho limpo, simples, do FoodFeed chamou a atenção de Evan Williams, criador do Twitter, e Vitor acabou convidado para trabalhar na empresa americana.

A mudança para a Califórnia ocorreu depois de uma temporada de estudos no Instituto Europeo di Design, que tem uma escola em São Paulo, e de passagens profissionais por Globo.com e Yahoo! Brasil. Nas atividades em seu atual empregador, Vitor busca aplicar os preceitos de simplicidade que nortearam o FoodFeed e aos quais se ateve o agora patrão Evan Williams. É o tal “princípio do canivete suíço”: enquanto um recurso é utilizado, os outros ficam escondidos. É a escola que tem como um dos expoentes o americano John Maeda, designer, professor e autor do best-seller “As Leis da Simplicidade”.

Do Twitter para o "Twicker"

Nada simples é Vitor imaginar sua rotina longe do Twitter - o qual ele consulta ao longo de quase todo o período em que permanece conectado à internet, geralmente das 11h às 3h da madrugada do dia seguinte. Nas horas de folga, em lugar de Twitter ele vai de “Twicker”, mais uma de suas criações. Esse aplicativo cruza os tópicos mais populares do Twitter no momento com as fotos do Flickr, site de armazenagem e compartilhamento de imagens - é um “mashup”, no jargão da internet, a junção de informações de dois sites diferentes para a criação de um terceiro. “Com isso, consigo montar um panorama visual do que está acontecendo no momento ao redor do mundo”, diz Lourenço.

Mais difícil ainda é Vitor Lourenço imaginar a cara do Twitter daqui a 30, 40 anos - quando, se tudo der certo, a empresa que ele próprio pretende criar já terá um bom tempo de estrada. “Mas acredito que algumas necessidades básicas humanas não irão mudar”, diz ele, um corintiano que pode até ficar contrariado com o desempenho de seu time, mas que está bastante feliz com a presença ativa do técnico Mano Menezes na rede social. “Continuaremos a compartilhar informações e a nos conectar com outras pessoas, mas provavelmente por meio de novas interfaces e dispositivos”, diz.

O brasileiro do Twitter, que deu seu alô ao mundo com um singelo “esperando no aeroporto”, não faz ideia de como se despedirá da rede social em seu derradeiro tweet. “Espero que seja algo natural, que não tenha cara de último”, diz ele, que sonha alto sobre o futuro que ele mesmo pode criar. “E que tenha sido enviado de outro planeta”.

Fonte: Patrick Cruz, iG São Paulo | 07/04/2010 05:49

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ricardo Eletro e Insinuante criam nova gigante do varejo

Empresas anunciam nesta segunda-feira (29) a união das redes.
Juntas, varejistas têm cerca de 500 lojas.

A rede de varejo baiana Insinuante (Bahia) anuncia nesta segunda-feira (29) a união de suas operações com a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, formando uma varejista de móveis e eletrodomésticos com cerca de 500 lojas no país.

O anúncio será feito pelos presidentes das duas companhias, Luiz Carlos Batista, da Insinuante, e Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, segundo comunicado informando sobre entrevista coletiva sobre a operação. De acordo com o comunicado, a fusão cria a segunda maior rede do varejo de eletroeletrônicos do país.

A união acontece alguns meses após o grupo Pão de Açúcar, líder no varejo do país, ter fechado acordo de compra das Casas Bahia, criando uma rede com pouco mais de mil lojas.

A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, dividas em lojas de rua, shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.

Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos Estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Fonte: Do G1, com informações da Reuters

segunda-feira, 22 de março de 2010

Google deixa de censurar buscas na China

Empresa passa a redirecionar todos os acessos ao buscador para sua filial em Hong Kong

Confirmando rumores, nesta tarde de segunda-feira o Google deixou de censurar buscas na internet feitas a partir do território chinês. Para isto, está redirecionando todos os acessos ao site www.google.cn para a filial em Hong Kong, www.google.hk.

Usuários na China continental receberão resultados de buscas em Chinês simplificado em uma página "especialmente projetada", sem prejuízo para o serviço já disponível para os usuários de Hong Kong. A província é considerada uma "região administrativa especial" pelo governo chinês e opera sob um regime de "um país, dois sistemas", com estrutura política e econômica independentes do governo central em Pequim. Isto inclui o sistema de censura no acesso à internet.

Segundo a empresa, a estratégia é perfeitamente legal, e a melhor opção para continuar oferecendo a ferramenta de busca aos usuários chineses sem se submeter à censura exigida pelo governo.

Entretanto, o Google está ciente de que o acesso a seus sites pode ser bloqueado a qualquer momento, e por isto mantém uma página na internet onde monitora o status de seus vários serviços. No momento em que esta nota foi escrita, por exemplo, YouTube, Google Sites e Blogger estavam bloqueados para os usuários na China continental, enquanto Google Docs, Picasa e Google Groups apareciam como "parcialmente bloqueados"

A decisão de não censurar mais os resultados de buscas na internet foi tomada em janeiro deste ano, depois que o Google revelou ter sido, junto com outras 20 empresas de tecnologia norte-americanas, alvo de um ataque originado no território chinês que resultou no "roubo de propriedade intelectual". A princípio a empresa se mostrava disposta até mesmo a fechar seus escritórios na China, mas atualmente promete manter sua estrutura de pesquisa e desenvolvimento e equipe de vendas no país intactas.

Fonte: Rafael Rigues, iG São Paulo

quinta-feira, 18 de março de 2010

Brasileiro poderá ter banda larga de R$ 25 a R$ 35 por mês, diz ministro

Paulo Bernardo falou sobre o assunto em programa de rádio.
Plano deve ser retomado pelo governo no mês que vem.

O governo retomará as reuniões do grupo que elabora o Plano Nacional de Banda Larga em abril, afirmou nesta quinta-feira (18) o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. De acordo com o ministro, estão sendo discutidos preços na faixa entre R$ 25 e R$ 35.

"Em abril, vamos retomar o tema com o presidente. Se der tempo, até no final de março", afirmou o ministro, durante o Programa Bom Dia Ministro, da NBR TV.

Segundo Bernardo, deve ser utilizada a rede de fibra ótica da antiga Eletronet e que agora pertence ao governo. O mecanismo de acesso pode ser feito em parceria com empresas privadas. “[A empresa] terá o acesso à fibra ótica e vai fornecer para o usuário. Vamos condicionar que tenha um preço compatível.”

Para Paulo Bernardo, não poderá haver, nesse caso, venda casada, em que a operadora oferece a internet com o telefone fixo, uma vez que isso ampliaria os custos para o usuário. A ideia é que, depois de lançado, o projeto de uso da fibra ótica se dissemine pelo país em dois anos.

A interrupção dos trabalhos ocorreu porque a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que será lançado no final deste mês, atropelou o andamento das discussões. "Estamos formatando a fase final do PAC 2, então suspendemos um pouco a discussão de banda larga, mas está tudo formulado, só falta bater martelo."

Paulo Bernardo salientou que a internet ainda é acessada por um número limitado de pessoas no Brasil. "E grande parte não é por meio de banda larga. Isso precisa ser resolvido." Ele relatou, durante o programa, dificuldades pessoais de acessar o serviço quando está em viagem.

Do G1, com agências*

terça-feira, 16 de março de 2010

TV Globo - Bom Dia Brasil - Entrevista Manuel Matos, Presidente da Câmara-E.Net


TV Globo - Bom Dia Brasil entrevista Manuel Matos, Presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

Comércio Eletrônico deve crescer até 35% em 2010, prevê B2W

SÃO PAULO - O mercado de comércio eletrônico no Brasil deverá apresentar crescimento de 15% a 35% em 2010. A estimativa é da B2W, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino.

Se confirmado, a companhia espera o mesmo crescimento nas vendas, que geraram para a empresa em 2009 uma receita líquida de R$ 3,793 bilhões, o que representou uma alta de 22% sobre 2008.

"Contratamos um estudo sobre o mercado para saber qual será o desempenho. Enquanto não temos o resultado, prevemos este range de alta (de 15% a 35%) e acreditamos que as vendas da empresa devam crescer mais neste ano", afirmou o diretor financeiro da B2W, Murilo Corrêa, na divulgação dos resultados da companhia.

Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos na ordem de R$ 200 milhões e R$ 250 milhões para este ano, depois de investir R$ 133 milhões no ano passado.

Os recursos serão destinados ao melhor atendimento dos clientes, à área de tecnologia da informação, além de automação e logística. "Queremos melhorar nossa performance operacional. Precisamos de robustez tecnológica", afirmou o executivo.

A B2W enfatizou ainda a expansão internacional da empresa, marcada pela ampliação da venda de ingressos online para a rede Cinemark no México. "Iniciamos também a prospecção de novos países na América Latina para replicar o modelo de negócio", informou a companhia.

Para Murilo Corrêa, com as melhorias dos processos prevista pela companhia, será possível a sustentação dos resultados da empresa. "Temos completa condição de sustentar (os ganhos)", disse.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) da B2W somou R$ 489 milhões em 2009, expansão de 20% ante um ano antes.

(Vanessa Dezem | Valor)

Comércio Eletrônico: O que é Isso?

"A Internet é o maior acontecimento no mundo de negócios desde a Revolução Industrial" (Jack Welch, CEO e Presidente General Electric Corp. em entrevista à CNN em 19/09/1999)

"Se a Internet não for vista agora como uma oportunidade para novos negócios, será vista em breve como uma ameaça" (Tony Blair, Primeiro Ministro Inglês em conversa com empresários britânicos em 13/09/1999)

O Comércio Eletrônico é a mais nova forma de comprar e vender. É a versão eletrônica do seu estabelecimento comercial que pode vender para qualquer lugar do mundo, com grande rapidez, eficiência e redução de custos.

Qualquer pessoa que tenha à disposição um computador com acesso à Internet, pode visitar um site de comércio eletrônico, visualizar os produtos na tela do computador, escolher o que deseja e comprar, sem sair de casa.

Para alguns negócios como livros, flores, computadores, CD's, eletrônicos, eletrodomésticos, bebidas, perfumes, brinquedos, passagens aéreas, reservas de hotéis, aluguel de carros, leilões de produtos, serviços bancários e venda de ações, as transações pela Internet já são uma realidade. Para os demais, será uma questão de pouquíssimo tempo.

O comércio eletrônico é uma realidade no mundo inteiro. No Brasil algumas estimativas de vendas são da ordem de US$ 3 bilhões em 2003 (fonte IDC e BCG).
Principais vantagens

* Conveniência de comprar sem sair de casa.
* Rapidez e simplicidade.
* Custo mais baixo para o lojista e preço mais baixo para o cliente.
* Mais informações sobre os produtos.
* Lojas abertas 24 horas ao dia e 365 dias ao ano.
* Segurança.
* Customização.
* O cliente escolhe seu próprio ritmo de compras.
* Facilidade para pesquisar preços e produtos.



Principais desvantagens

* Ausência de contato direto com pessoas.
* Limitações de entretenimento.
* Limitações do uso de alguns sentidos (olfato, tato, sabor) na experiência de compra.
* Receio sobre segurança de informações e invasão de privacidade.
* Falta de familiaridade com computadores e Internet para uma parte do mercado consumidor.

Embora não se espere que as lojas virtuais substituam inteiramente as lojas reais, o estilo de vida Web irá rapidamente se popularizar à medida que o computador e o e-mail estão passando a fazer parte do dia-a-dia de um número crescente de pessoas.

O risco de ficar de fora é muito grande pois está havendo uma mudança completa no perfil das empresas que estão assumindo a liderança nesse novo mundo da Internet. As empresas líderes no mundo atual poderão não conseguir fazer a transição com sucesso para a Nova Economia. A largada para essa corrida já foi dada.
TODOS os negócios serão afetados pela Internet.

Comércio eletrônico faturou R$ 3,35 bilhões em datas comemorativas

SÃO PAULO - O faturamento do comércio eletrônico nas datas comemorativas em 2009 somou R$ 3,35 bilhões, representando 31% do faturamento total do setor no ano, divulgou a e-bit.

O Natal foi novamente o período mais lucrativo para o setor, com R$ 1,63 bilhão. Em seguida, aparecem Dia das Crianças, com R$ 450 milhões, Dia das Mães (R$ 440 milhões), Dia dos Pais (437 milhões) e Dia dos Namorados (R$ 393 milhões).

Esta foi a primeira vez que o Dia das Crianças teve um faturamento superior a Dia das Mães. O diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, explica que, " no primeiro semestre, o país ainda sofria os impactos da crise " .

(Karin Sato | Valor)

Vendas online somam R$ 10,6 bilhões em 2009, diz E-bit

As vendas por meio da internet apresentaram um crescimento de 30% no ano passado em relação a 2008, atingindo uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões, segundo informou nesta terça-feira a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Para 2010, a expectativa é de repetição do aumento de 30% nas vendas.

O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado passou para 17,6 milhões de pessoas, uma alta de 33% em relação a 2008. Em 2010 a estimativa é de que ele chegue a 23 milhões, o que representaria uma elevação de 35%. As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos.

O tíquete médio em 2009 nas vendas pela internet foi de R$ 355, o que representou um aumento de 2% ante o valor de 2008. Segundo a e-bit, os preços na internet no ano passado sofreram uma pressão de queda em razão da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos).

Fonte: Agência Estado

Segurança na Web: Estudantes desconhem programas de proteção

O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) divulgou nesta terça-feira, 09/02, o resultado da pesquisa realizada pela SaferNet Brasil, feita com educadores e alunos do ensino fundamental e médio em 2009.

A divulgação foi feita na sede da Procuradoria da República na Paraíba (PR/PB), pelos procuradores da República Rodolfo Alves Silva e Victor Carvalho Veggi, durante evento para a comemoração do Dia da Internet Segura, nesta quarta-feira, 10/02.

A pesquisa, denominada “Hábitos de navegação na internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na internet no estado da Paraíba?”, realizada entre os meses de abril e setembro de 2009, ouviu 198 alunos, com idades entre 10 e 17 anos, e 62 educadores.

De acordo com a SaferNet, o objetivo da pesquisa foi identificar os principais hábitos e vulnerabilidades de crianças e adolescentes quando estão online, como também identificar qual é o grau de informação e engajamento dos educadores em relação aos perigos online, bem como conhecer que tipo de atividades pedagógicas estão sendo desenvolvidas para estimular o uso seguro e responsável da internet.

Segundo os dados colhidos, 24,68% dos alunos afirmaram que usam o computador no próprio quarto, o que significa um fator de risco, visto que não há adultos e familiares de confiança próximos para acompanhar a navegação. Em segundo lugar ficou o computador da família em área comum da casa, com 24,03%. Em terceiro lugar vem a lan house, empatada com a escola, com 18,18%.

Os estudantes também disseram que ficam, em média, de uma a três horas diárias conectados, de onde se pode inferir, de acordo com análise da SaferNet, que o uso da internet é bastante intenso e está sendo incorporado gradativamente ao cotidiano dos alunos.

A pesquisa também chama atenção para o fato de 60,39% dos alunos admitirem que os pais não impõem limites para a quantidade de tempo de navegação na internet, tendo 45% deles admitido que ficam mais tempo online do que deveriam.

A maior parte dessas horas em frente ao computador é gasta em sites de relacionamento, seguidos pelos comunicadores instantâneos, ouvir músicas e assistir a filmes, jogos e e-mail. Entre os sites de relacionamento, o Orkut é o líder absoluto da preferência de mais de 80% dos estudantes. Apesar de o Orkut ser restrito para menores de 18 anos, cerca de 50,65% dos participantes afirmaram que se cadastraram sozinhos nesse tipo de site.

A pesquisa revelou que é grande o número de informações pessoais que os alunos divulgam na internet sem compreender o risco que isso significa para sua privacidade e segurança. Cerca de 76,62% deles já compartilharam o próprio nome na internet; 62,34% já divulgaram fotografias; 53,25% informaram a data de aniversário e 46,75% divulgaram o sobrenome.

Os dados apontam que 33,77% possuem mais de 30 amigos que conhecem apenas pela internet e 20,13% dos alunos admitiram que já namoraram ao menos uma vez pela internet. Cerca de 14,94% deles afirmaram que já publicaram fotos íntimas na internet, o que denota um comportamento de alto risco para a segurança e saúde dos adolescentes que se arriscam com estranhos e expõem a intimidade no espaço público que é a internet.

Ciberbullying

Com relação ao ciberbullying (conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos praticados através da internet), apesar de apenas 5% dos alunos terem respondido que já foram vítimas desse tipo de agressão, 45% deles afirmaram ter um amigo que sofreu o ciberbullying ao menos uma vez.

Educação x Navegação segura

Sobre segurança na internet, os dados mostram que 44,81% dos estudantes pesquisados não conhecem nenhum dos programas de proteção atualmente disponíveis, sendo que 35,29% dos alunos acham que deveriam ser ouvidos mais em relação às medidas de proteção que devem adotar. Cerca de 69% dos alunos gostariam de ter um canal online para tirar dúvidas e receber orientações sobre segurança na internet.

Entre os professores, 83,78% usam a internet todos os dias e acessam principalmente na escola e em casa, no computador da família. As atividades preferidas pelos educadores diante da internet são lideradas pelas pesquisas e estudos (84%), uso do e-mail (64%) e busca por atualidades (63%).

Dentre as atividades preferidas na internet, 79% dos professores responderam que usam sites de relacionamento, especialmente o Orkut, preferido por 91% dos participantes da pesquisa. 60% deles também afirmaram que possuem ao menos um amigo que conheceram pela internet e 25,58% possuem mais de onze amigos virtuais.

Um dado que chama a atenção é o fato de que metade dos entrevistados informou que já ter compartilhado fotos na internet. Cerca de 39,53% deles já divulgaram o sobrenome e 41,86% a data de aniversário.

Segundo a pesquisa, apenas 16% dos educadores já se arriscaram a ter um contato presencial com amigos virtuais e 33% deles admitem que se arriscariam a encontrar um amigo conhecido através da internet, desde que outro amigo de confiança soubesse do encontro. No entanto, cerca de 77,4% dos educadores conhecem alguém que já se encontrou com amigos virtuais.

Para 80% dos educadores que responderam a pesquisa, é urgente a necessidade de as escolas tratarem o tema segurança na internet constantemente e não de forma pontual. Cerca de 67,44% discutem em sala de aula os efeitos das tecnologias na vida dos alunos. Já para 74,42% é urgente a necessidade de capacitação para que os educadores aprendam melhor a usar as tecnologias, sendo que 90,7% deles gostariam de receber orientações e sugestões de material sobre segurança na internet.

Fonte: Convergência Digital

Internautas ativos no Brasil chegam a 36,8 milhões em janeiro

Base de brasileiros online em janeiro cresce 0,8%, enquanto tempo gasto cai 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos, diz Ibope Nielsen Online.

O número de brasileiros que acessaram a internet em casa ou no trabalho durante janeiro chegou a 36,8 milhões, aumento de 0,8% em relação aos 36,6 milhões de internautas ativos registrados em dezembro de 2009.

Os dados, divulgados pelo Ibope Nielsen Online nesta terça-feira (2/3), mostram também que o tempo passado online pelos brasileiros caiu 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos por mês.

Se aplicativos, como comunicadores (MSN Live Messenger), por exemplo, não forem considerados, o tempo gasto online chega a 45 horas e 43 minutos, crescimento de 2,3% em relação ao mês anterior, segundo o Ibope.

Ao considerarmos a quantidade de brasileiros com acesso nos ambientes doméstico e corporativo, tenham eles navegado em janeiro ou não, a base de internautas sobe para 46,8 milhões.

Se somarmos ambientes públicos, como bibliotecas, LAN houses e telecentros ao número, a quantidade de brasileiros que podem se conectar à internet se manteve em 66,3 milhões.

Destaque para conteúdo automotivo
Entre os conteúdos de destaque, o Ibope afirma que sites dentro da categoria Automotiva atingiram 8,4 milhões de internautas em janeiro, aumento de 9,3% em relação a dezembro.

Sites da categoria Viagens e Turismo tiveram crescimento menor na comparação ao último mês de 2009 (3,9%), mas atingiram um público quase duas vezes maior que sites automotivos, com 16,8 milhões de brasileiros procurando informações sobre viagens.

As informações do Ibope também refletem acontecimentos sazonais, com destaques para sites que na subcategoria Eventos, como serviços para compra de ingressos para o Carnaval ou o site da Campus Party Brasil, que aconteceu entre os dias 25 e 31 de janeiro de 2010.

Fonte: IDG Now!

Espiões e hackers exploram ausência de regras no mundo da Web

A melhor arma contra os ladrões, vândalos e espiões online que ameaçam os negócios e a segurança mundial seria criar uma regulamentação internacional para o ciberespaço.

Felizmente para eles, essa cooperação ainda não existe.

Melhor ainda, da perspectiva dos hackers, esse objetivo não está entre as prioridades da comunidade internacional, apesar dos protestos sobre ataques de hackers e censura e das disputas quanto ao ciberespaço que opõem China e Irã ao grupo norte-americano Google.

Os países pensam demais em termos locais sobre sua segurança online, e isso os leva a não colaborar para criar regulamentação mundial para as atividades online, disseram palestrantes em uma conferência de segurança no EastWest Institute, na semana passada.

As declarações de política dos governos de todo o mundo são dominadas pela necessidade de reais defesas nacionais contra os ataques via Internet. Desta forma, muitos dos criminosos online escapam ilesos.

“Os países vivem em estado de negação”, disse Pavan Duggal, especialista indiano em leis da computação, à Reuters, afirmando que legislação de alcance nacional teria uso limitado para proteger os usuários contra o uso indevido de uma ferramenta de comunicação que não possui fronteiras.

“Talvez seja necessário um evento que cause grande choque para que as pessoas despertem de sua complacência, algo equivalente a um 11 de setembro no ciberespaço”, disse Duggal, referindo-se aos ataques terroristas coordenados contra cidades dos Estados Unidos, em 2001.

Já que um quarto dos habitantes do planeta estão conectados à Internet, os crimes online representam perigo crescente para a economia mundial.

O FBI calculou que o total de prejuízos com crimes online sofrido por pessoas físicas nos EUA tenha chegado a 264 milhões de dólares no ano passado, ante 18 milhões de dólares em 2001. E esse montante provavelmente representa apenas uma fração das perdas sofridas por empresas e departamentos do governo.

Fonte: br.reuters.com

Falsa sensação de segurança, armadilha mortal!!

Investimentos em TI, muitas vezes são escassos e feitos de forma desordenada, mas por quê? Não raramente a administração das empresas, por falta de parâmetros objetivos na tomada de decisão, opta pelo único parâmetro de conhecimento certo, dinheiro!!

Essa prática tão comum tem sua explicação, é até um processo natural, já que o gestor não é conhecedor da tecnologia, não consegue mensurar o que está comprando, então nada mais comum do que decidir de forma ancorada apenas ao conceito financeiro.

Na área de Segurança da Informação, esse processo de decisão é ainda mais crítico, pois o conceito de SI é novo para a grande maioria de empresários e gestores, mesmo essas empresas tendo suas operações fortemente ancoradas em tecnologias de informação. O CGI.br ( Comitê Gestor da Internet no Brasil) em sua publicação “Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e de telecomunicações no Brasil TIC domicílios e TIC empresas 2008 tem como alguns indicadores:

Proporção de empresas utilizando internet, segundo o tipo de atividade
- Enviar e receber email 99%
- Buscar informações sobre produtos 94%
- Outras buscas de informações e atividades de pesquisa 86%
- Serviços bancários e financeiros 82%
- Monitoramento de mercado (por exemplo, preços) 69%
- Buscar informações sobre organizações governamentais/ autoridades públicas 67%
- Oferecer serviços ao consumidor 51%
- Treinamento e educação 31%
- Realizar entrega de produtos on-line 11%

Ainda nesta pesquisa, a constatação das medidas de segurança adotadas foi:
- Antivírus 98%
- Antispam 74%
- Antispaware 68%
- Firewall 64%
- Sistema de detecção de intrusão 36%

Esses dados nos mostram que realmente as empresas estão cada vez mais utilizando as tecnologias de informação, outro dado importante é o uso de sistemas para a prevenção de incidentes de segurança, como anti vírus , anti-spam, anti spyware e firewall, mas a pesquisa ainda aponta que mais da metade (55%) das empresas tiveram problemas com vírus dentro dos 12 meses da avaliação, o segundo maior problema enfrentado foi com cavalos de tróia (trojans) mencionados por 48% dos pesquisados, como pode ocorrer isso????

A falta de planejamento, e principalmente conhecimento, faz com que os investimentos sejam feitos de forma desordenada, com ações pontuais, por alguma indicação de incidente passado ou por feeling. Alem desses fatores, os freqüentes cortes orçamentários também contribuem para esta ocorrência. Este cenário confirmado, dificulta mais ainda o entendimento do gestor com relação a necessidade de planejar SI e investir de forma integrada, conseguindo assim segurança efetiva e redução dos riscos de incidentes de segurança.

Do que adianta ter quase 100% das empresas com antivírus, se na contrapartida não se investe em treinamento dos funcionários, pelo menos conscientizando esses das ameaças crescentes em SI?

Esta visão simplista do ambiente de SI traz a falsa sensação de segurança, onde o empresário investe, se considera seguro, mas na verdade não realizou investimentos integrados em SI, portanto permanece com um alto grau de vulnerabilidade. Esta pode ser a maior armadilha para a Segurança da Informação, por se achar seguro muitos cuidados básicos podem ser abandonados, criando o ambiente propício para uma ameaça explorar uma vulnerabilidade.

Fonte: Baguete

Mercado de cartões perdeu quase R$ 40 milhões com fraudes em 2009

Durante o ano de 2009 a clonagem e outros tipos de golpes levaram um prejuízo de pelo menos R$ 39.153.899,00 milhões ao mercado de cartões no Brasil. Esta soma representa 0,08% dos mais de R$ 444 bilhões faturados pelo segmento no ano passado com as modalidades crédito, débito, lojas e redes segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS).

A estimativa é da Horus, empresa especializada em controle e prevenção a fraudes em meios eletrônicos de pagamento. Para chegar a estes números a companhia desenvolveu um balanço do seu sistema de monitoramento que acompanha diariamente as notícias publicas na imprensa sobre fraudes neste segmento.

O Sócio-Diretor da Horus, Eduardo Daghum adverte para a informação de que os prejuízos com a criminalidade no setor de cartões devem ser bem maiores do que os demonstrados neste estudo uma vez que nem todos os casos de clonagem e outros golpes são relatados à polícia e nem todos os casos informados se transformam em reportagens. “Num mercado onde as margens de lucro são tão pequenas e que a concorrência começa a ficar mais acirrada a cada dia, é natural que as empresas comecem a ter maior preocupação com o assunto, principalmente se projetarmos o mesmo ritmo de crescimento dos crimes para os próximos anos”, diz.

De janeiro a dezembro a empresa detectou um total de 353 reportagens relatando crimes com cartões. O montante representa quase uma matéria por dia do ano. Nelas foram computadas um total de 13.718 cartões clonados e 158 máquinas apreendidas por estarem adulteradas pelo equipamento de captura ilegal de dados (chupa cabras). O prejuízo causado ao sistema por todos estes casos juntos chegou a R$ 39.153.899,00 milhões.
Matérias Publicadas Pessoas Presas Cartões Clonados Valor Financeiro Máquinas com Chupa Cabras
353 718 13718 R$ 39153899,00 158

Segundo ele a escalada dos números relativos a clonagem de cartões no noticiário policial mostra que os criminosos já se conscientizaram das vantagens de trabalhar com este tipo de golpe ao invés dos tradicionais roubos a bancos, seqüestros relâmpagos e outras modalidades mais violentas de assaltos. “A clonagem não coloca a vida deles em risco, é facilitada pelo avanço da tecnologia, se apóia na falta de atenção do usuário e, no caso de prisão, ainda resta a falta de maior clareza para enquadramento do delito no código penal”, afirma.

Além de informações sobre prisões de criminosos, a Horus monitora a produção dos meios de comunicação brasileiros em reportagens relativas a novas tecnologias de proteção, seminários, discussões sobre projetos de leis e pesquisas nacionais e internacionais.

Dicas para evitar clonagem

a)Observe atentamente os caixas-eletrônicos, se todos estiverem desligados ou em manutenção e apenas um operando normalmente, desconfie. Veja também se o layout de todos os aparelhos é igual e se todas as peças estão devidamente conectadas.

b)Desconfie se o equipamento do banco usar uma ordem diferente da normalmente solicitada pelo seu banco para realizar as operações.

c)Jamais aceite ajuda de estranhos para realizar as transações no caixa, peça sempre ajuda de um funcionário devidamente uniformizado ou identificado.

d)Antes de contratar os serviços de um determinado banco, pergunte ao seu gerente de que forma o banco procura minimizar a possibilidade de ocorrência de fraudes.

e)Quando for comprar com o cartão, nunca deixe o funcionário do estabelecimento levá-lo, sempre o acompanhe e fique atento a movimentos estranhos que ele possa fazer.

f)Preste atenção ao visor da máquina e tenha a certeza de que o valor de compra foi digitado antes de colocar sua senha.

Fonte: Valor Economico

Gastos com compras on-line nos EUA sobem 3% no quarto trimestre de 2009

Volume atingiu US$ 39 bilhões, após quatro trimestres seguidos de quedas.
Maior valor de compras on-line da história ocorreu em 15 de dezembro.

Os gastos on-line nos Estados Unidos aumentaram 3% no quarto trimestre de 2009, para US$ 39 bilhões, revertendo quedas de quatro trimestres seguidos em relação aos mesmos períodos do ano anterior, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pela comScore.

No quarto trimestre de 2008, os gastos on-line caíram 3%.

A comScore informou que o crescimento nas despesas na internet durante o trimestre foi amparado pelo aumento no número de pessoas que compram via web, enquanto o gasto médio por consumidor registrou sensível queda.

Ainda segundo a comScore, 15 de dezembro de 2009 foi o dia em que se registrou o maior valor de compras on-line da história dos Estados Unidos, numa quantia estimada em US$ 913 milhões, com Amazon.com e Wal-Mart ganhando uma maior participação nas vendas on-line em relação a varejistas menores.

Fonte: G1

Brasil fecha 2009 com 66,3 milhões de internautas

Brasil fecha 2009 com 66,3 milhões de internautas
Ibope mediu acesso à internet em lares, ambientes de trabalho e locais públicos

O Brasil fechou o ano de 2009 com 66,3 milhões de internautas. Esse foi o número de brasileiros que acessou a internet em dezembro do ano passado. São quatro milhões a mais do que em março de 2009. Os dados são do Ibope, que levou em consideração o acesso à internet em residências, locais públicos e ambientes de trabalho.

O instituto afirma ainda que os braileiros gastaram em média 44 horas na internet por mês. Esse tempo de navegação é maior do que o observado entre americanos (40 horas), franceses (38 horas) e ingleses (37 horas).

Uma das categorias destacadas pelo instituto foi a de sites de vídeo. 24,8 milhões de brasileiros víram vídeos online em 2009. Esse número inclui tanto sites de conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube, como sites de vídeo profissionais.

Fonte: IG

B2B crescerá 21% em 2010

A e-Consulting, Boutique de Projetos líder na criação, desenvolvimento e implementação de estratégias e serviços de TI, Internet, Mídia, Contact Center e Telecom para grandes corporações, anuncia o resultado consolidado do índice business-to-business online (B2BOL) referente ao ano de 2009 no País.

Para 2010, o estudo aponta um crescimento de 21%, totalizando os volumes transacionados digitalmente entre empresas em R$ 947,9 bi. Separadamente, para B2BOL E-Marketplaces e B2BOL Companies, a estimativa é que os valores cheguem a R$ 168,2 bi e R$ 780,1 bi, um crescimento de 18,9% e 21,4% e respectivamente.

Em 2009, o B2BOL Total, monitorado pelo TechLab (Technology Center) da E-Consulting, somando o B2BOL_Companies e o B2BOL_e-Markets, ultrapassou a marca de R$ 783,4 bi, um crescimento de 21,59% frente aos R$ 644,5 bi alcançados em 2008.

O B2BOL Companies, praticado pelas trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 82% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 642,3 bi em 2009, contra os R$ 522,1 bi de 2008.

Já o B2BOL realizado entre e-Marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – chegou a R$ 141,1 bi no mesmo período. Em 2008, este valor foi de R$ 122,4 bi.

Desde 2002, o B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies), seja via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ e-Markets).

Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting, destaca alguns pontos importantes observados no estudo:

• B2B Online cresce organicamente, mas deve ter um desempenho inferior quando comparado ao crescimento do PIB do país,
• Os efeitos da crise internacional foram pouco sentidos, uma vez que, em geral, os contratos pela Web, entre as empresas e suas cadeias produtivas, são de longo prazo;
• Os B2Bs independentes – e-Marketplaces – são relativamente pouco utilizados. Geralmente as modalidades mais aplicadas são leilões, operações de mercado secundário e desovas de estoques, etc.;
• Percebe-se ainda um baixo nível de colaboração nas cadeias de valor, em função do baixo nível de digitalização das micro e pequenas empresas delas participantes (baixa inclusão digital);
• Em geral, as empresas utilizam o B2B para ganhos de desempenho, redução de custos, otimização de processos e gerenciamento da informação em práticas transacionais (compra, vendas, estoques, logística, etc).

Fonte: Decision Report

Amercantil investe em certificações de segurança e escolhe Site Blindado

O comércio eletrônico brasileiro terminou 2009 com um saldo extremamente positivo. Segundo a Consultoria e-bit, somente no natal o faturamento do setor chegou a R$ 1,6 bilhão em bens de consumo - uma alta de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. E os números resultam da confiança do consumidor neste novo mercado. Ainda de acordo com a e-bit, 87,29% dos e-consumidores brasileiros aprovam as compras online.

Para conquistar a confiança dos compradores virtuais, a Amercantil – e-commerce especializado em eletroeletrônicos e produtos com alta inovação, está investindo cada vez mais em certificações.

Atualmente, a loja virtual conta com dois selos de segurança – Thawte e Site Blindado –, ambos concedidos por empresas reconhecidas como autoridades certificadoras e que desempenham um papel importante entre as avaliadoras no país. Para receber os selos, a Amercantil passou por testes de verificação sobre o grau de vulnerabilidade do portal. A loja virtual foi aprovada em alinhamento com os padrões internacionais de segurança.

“A ameaça às lojas virtuais é constante. Fraudes e assédios de hackers ocorrem diariamente. Para oferecer maior confiabilidade aos clientes, estamos investindo em certificações e selos que comprovam a segurança do portal. Para isso, contratamos empresas que são referência em avaliação de lojas virtuais e que já são conhecidas pelos e-consumidores”, afirma Márcio Albino, sócio-diretor da Amercantil.

Além das certificações, a loja virtual possui Selo Ouro da e-bit. A Consultoria é uma das principais avaliadoras da qualidade do e-commerce no país. A Amercantil também conta com o Índice de 100% de Satisfação dos Consumidores, concedido pelo Shopping UOL e é reconhecida pelos sites de compras Buscapé e Bondfaro, pelo atendimento aos clientes.

Para conferir ainda mais segurança aos clientes, todas as transações online realizadas na Amercantil são criptografadas, assim como ocorre nas operações bancárias via internet.

“Segundo pesquisas sobre crimes virtuais da IBM, 70% dos e-consumidores compram somente em portais que apresentam algum selo de segurança. Acreditamos que nossos esforços para “blindar” a Amercantil são fundamentais para reforçar e assegurar a credibilidade da marca junto aos clientes e, em consequência, aumentar o número de vendas”, explica Marcelo Albino, sócio-diretor da loja virtual.

Como estratégia de divulgação, a Amercantil procura incluir, em todas as suas ações de marketing digital, detalhes sobre a segurança da loja. Informações sobre selos e certificações estão presentes no portal, em campanhas de e-mail marketing, nos materiais promocionais e nas redes sociais onde a loja virtual está presente – blog e Twitter.

Fonte: Portal da Propaganda

CARREFOUR.COM.BR SUPERA EXPECTATIVAS DE VENDAS NO PRIMEIRO DIA DE OPERAÇÃO

Em sua estreia, site registra vendas de R$ 6 milhões e 1 milhão de acessos

O Carrefour comemora os excelentes resultados do site www.carrefour.com.br, lançado nesta segunda-feira (01/3) apenas para clientes cadastrados: a rede alcançou vendas de R$ 6 milhões na estreia do novo canal, totalizando 14 mil pedidos. “Os resultados iniciais superaram nossas expectativas e refletem que o canal de vendas eletrônico do Carrefour veio para ocupar uma posição importante no segmento e atender ao nosso cliente de forma cada vez mais completa”, diz Jonas Ferreira, diretor de E-commerce da rede.

O portal chegou a registrar 100 mil visitantes únicos simultaneamente, que puderam optar por promoções exclusivas, além de um desconto de 20% no total do primeiro pedido realizado no site. No total, a página recebeu mais de 1 milhão de acesso (page views).

Os itens mais vendidos foram as TVs de LCD de 42″ e Hds externos para computadores. Em faturamento, a categoria de vídeo foi a que mais se destacou. A primeira compra foi realizada por um cliente de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O consumidor escolheu uma TV de LCD 50″ LG em 24 vezes sem juros no Cartão Carrefour – logo após o pedido, a equipe do site entrou em contato parabenizando o cliente, que ainda ganhou um vale-compras para utilizar no portal.

Diferenciais são destaque

O Carrefour traz para a Internet “um conceito diferenciado de vendas online, com soluções para a casa, estruturado em três grandes pilares: categorias de produtos, serviços e informações/conteúdo. Pelo novo serviço, os clientes terão acesso pela Internet a um mix de produtos adequados às suas necessidades, a informações abrangentes para facilitar a escolha, e a uma variada gama de serviços complementares, disponíveis já no momento da compra.

O Guia de Compras e Soluções é um dos diferenciais, e oferece ao cliente um comparativo entre os produtos de uma mesma categoria, além de orientações e informações que facilitam a vida do cliente no seu dia-a-dia, como dicas sobre a melhor forma de uso do produto e até como atuar de forma sustentável. Esse conteúdo incluirá vídeos e textos exclusivos produzidos para esse canal, que permitirão ao cliente definir com segurança o que é mais adequado ao seu interesse e necessidade.

Nessa mesma linha, o Carrefour online também oferece ao cliente serviços complementares e permanentes em sua residência, que vão desde a instalação técnica de eletroeletrônicos até o help desk para aparelhos de informática. “A contratação pode ser feita no ato da compra e é uma forma de prestarmos mais serviços aos nossos clientes”, afirma Ferreira.

Entre as facilidades do site de vendas, a navegação intuitiva também é um dos destaques, com agrupamento de produtos por “uso”, como por exemplo, “acessórios para cozinhar” ou “acessórios para churrasco”, o que permite uma visualização mais rápida e refinada dos produtos pesquisados.

Outra novidade é a barra personalizada, que mostra um histórico da navegação para o consumidor, com maior grau de segurança. Durante essa navegação, a barra muda de cor ao entrar em áreas protegidas – a cor verde mostra que o consumidor poderá informar seus dados pessoais sem riscos.

O portal de vendas também permite maior interação com o cliente. Na página, será possível acessar o Blog da Cuca, portal de que permite a troca de informações entre consumidores Carrefour. A rede ainda trará ferramentas 2.0 e ações em redes sociais ao longo de 2010.

O site aceita como formas de pagamento todos os cartões de crédito em até 12 vezes sem juros, Cartão Carrefour, além de débito online e descontos à vista em boletos bancários.

Fonte: A4 Comunicação

Certificado Digital que agrega credibilidade ao seu e-commerce

Mais de 2 mil sites tranqüilizam usuários com validação estendida

Todo dia, uma simples barra de endereços verde em milhões de navegadores de Internet ajuda a assegurar aos consumidores que eles entraram em um Web site legítimo, e não em uma ferramenta de ladrões de identidade astuciosos. Mais de 2 mil empresas de varejo online adotaram soluções de validação avançadas da VeriSign, Inc. (NASDAQ: VRSN), líder em fornecimento de serviços de infra-estrutura de internet para o mundo conectado.

Com certificados VeriSign Extended Validation (EV) Secure Sockets Layer (SSL), empresas como a Pioneer Electronics, Case Logic e Lamps Plus despertam a confiança dos consumidores ao oferecer-lhes a garantia imediata e visível de que estão lidando com um site de comércio eletrônico respeitável.

A proteção proporcionada por VeriSign EV SSL ajuda os fornecedores a combater os “ciber criminosos” que utilizam sites e páginas fraudulentas para capturar ilegalmente senhas, números de cartão de crédito e demais dados pessoais. Os sites protegidos pela VeriSign permitem que navegadores altamente seguros, como o Microsoft Internet Explorer 7, mostrem uma barra de endereços sinalizando para os usuários que sua informação pessoal será encaminhada somente ao banco ou ao fornecedor. Estes navegadores também exibem outras indicações visuais, como um ícone de cadeado ao lado do endereço, e um novo campo que contém o nome da organização proprietária do site e do emissor do certificado, como a VeriSign.

“O EV SSL da VeriSign oferece uma grande vantagem para os fornecedores online que querem despertar a confiança dos consumidores instantaneamente”, disse Ralph Esquibel, arquiteto de infra-estrutura e gerente de operações de servidor da Pioneer Electronics. “Quando os consumidores visitam nosso site e vêem a barra verde, sabem que encontraram um lugar seguro para comprar na Internet. Na era atual em que o roubo de identidade é uma preocupação constante de muitos compradores, essa certeza é inestimável.”

“A conquista da confiança dos consumidores online é um processo complexo e demorado, mas a perda desta confiança pode acontecer em um piscar de olhos”, disse Tim Callan, diretor de marketing de produto SSL da VeriSign. “É por isso que milhares de domínios agora são protegidos com certificados VeriSign EV SSL. Ao exibir a barra verde para os visitantes do site, organizações online como bancos e empresas de varejo se preocupam a ponto de fornecer a proteção mais avançada disponível. E, neste processo, protegem o relacionamento que estabeleceram com seus clientes.”

Autoridade SSL mais respeitada e confiável na Web, a VeriSign é o emissor de certificados EV SSL preferido de mais de 2 mil domínios da Internet, representando mais de 75% do mercado mundial de certificados EV SSL. Na realidade, mais de 93% das empresas Fortune 500 – e os 40 maiores bancos do mundo – se apóiam em certificados VeriSign SSL para suprir suas necessidades de segurança.

Para maiores informações entre em contato.

Fonte: Imasters

A classe C no e-commerce

O varejo eletrônico movimentou R$ 10,5 bilhões em 2009 (e-Bit). Pelo menos 15,2 milhões de pessoas já passaram pelas lojas virtuais, adquirindo produtos na web.

Podemos dizer que estamos vivendo a fase do amadurecimento do e-commerce no País. Fatores como falta de confiabilidade ou mesmo informação para o mercado são pontos que, aos poucos, vão deixando de existir por conta dos investimentos do varejo online em promover uma nova cultura de consumo. Atualmente, mais de 86% dos consumidores estão satisfeitos com o e-commerce, de acordo com o levantamento feito pela e-bit com o MIS (Movimento Internet Segura).

O alto índice de crescimento conquistado pelo comércio eletrônico é fruto também das diversas condições de pagamento e descontos ou isenções no frete. A classe C é um dos setores que se beneficia desse universo e vem participando ativamente do comércio eletrônico. Hoje, é o maior público consumidor de e-commerce, representado por 50%, a outra metade pertence às classes A e B. Cerca de 80% das compras online são parceladas e o cartão de crédito é um dos maiores responsáveis.

Diante desse movimento, lojas virtuais surgem exatamente para atender a esse mercado e vêm atingindo seus objetivos de forma surpreendente. Exemplos como Casas Bahia e varejistas menores – PortCasa e Nova Flor – estão aí para provar a força desse nicho no comércio eletrônico. Em matéria publicada no Jornal O Estado de S. Paulo (23 de maio de 2009, caderno Economia/Internet) essas três lojas virtuais ganharam destaque. Em um ano de mercado, a loja virtual da PortCasa, apenas em 2008, respondeu com 26% do faturamento total do grupo, totalizado R$ 12,6 milhões. A Nova Flor cresceu 174%, de 2007 para 2008.

Fatos como esse demonstram uma evolução significativa, mas que não vem apenas acompanhada da página disponível na internet. Para potencializar o e-commerce e atrair ainda mais receptividade junto à classe C, uma das ações mais mensuráveis e assertivas é o e-mail marketing. Uma pesquisa da Associação Norte-americana de E-mail Marketing apontou que o canal traz o maior ROI entre todos os métodos de marketing direto. O ROI médio em e-mail marketing é de US$ 45,06 para cada dólar investido, mais do dobro do ROI conseguido com o marketing na internet, que é de US$ 19,94.

A ferramenta vem se tornando fator-chave na comunicação entre o varejo e o atual ou futuro cliente. É possível saber a exata taxa de abertura a cada ação enviada, mas, acima de tudo e o principal, quem clicou. Descobrir quem realmente interagiu com a campanha da loja virtual é algo como achar o “tesouro” no fundo do mar, em meio a tantos destinatários.

O público C tem suas particularidades. Seu hábito de compra não é semelhante ao das outras classes sociais. Ele vê preço, parcelamento e busca algo que realmente atraia sua atenção, não compra por comprar e se precisar deixar de adquirir algo no virtual porque sabe que na loja física popular o valor é mais acessível, ele desliga o computador e não se preocupa se tiver que se locomover ao que antes já estava acostumado.

Nesse momento, até a peça promocional disparada por e-mail tem que ser muito chamativa. As mensagens, preferencialmente, devem ter conteúdo altamente promocional, assunto do e-mail extremamente atraente com referência à promoção/parcelamento de maior destaque e preços em letras atrativas.

Falamos do e-mail marketing como uma das mais mensuráveis ferramentas e que aumentam as chances de conversão em vendas, se bem trabalhado, claro. Mas, junto a isso, investimento em links patrocinados, busca orgânica, banners em sites que falam com seu público, participação em redes sociais, parcerias com grandes marcas, entre outros inúmeros recursos digitais devem ser estratégias fundamentais para uma operação bem-sucedida, seja com o público A, B ou C.

Abriram-se as portas do comércio eletrônico para a classe C. A nós, cabe um trabalho que faça jus ao cenário, ou ainda, melhor elaborado para fazer valer a nossa marca em relação à concorrência. Seremos capazes de dizer, a cada liberação de balanço do e-commerce: Faço apenas parte ou estou entre os principais fatores dessa evolução?

Por Walter Sabini Junior – ceo da Virid Interatividade Digital

Fonte: Propmark

Interesse do consumidor por compras no varejo on-line atinge recorde

A presença das grandes redes varejistas na internet tem impulsionado o crescimento na audiência dos sites de comércio eletrônico. Em dezembro de 2009, a subcategoria “Lojas de Varejo” aumentou em 2,9% o número de visitantes, chegando ao nível recorde de audiência: 21,3 milhões de pessoas.

O analista de mídia do Ibope Nielsen, José Calazans, explica que a categoria Comércio Eletrônico engloba sites de leilão, comparador de preços, classificados e lojas virtuais. “São vários tipos de sites considerados de e-commerce, mas os que estão realmente crescendo são o das lojas de varejo, como Americanas, Ponto-Frio, Wall-Mart, Casas Bahia. São as que estão puxando a audiência”, declarou.

Categoria e subcategoria

Os números do Ibope mostram que os sites de comércio eletrônico, de modo geral, tiveram crescimento de 7% no acumulado entre maio (quando a entidade passou a medir tanto os internautas residenciais quanto os brasileiros que acessam a partir do trabalho) e dezembro. A subcategoria, no acumulado do período, subiu 14%.

Calazans também atribuiu o interesse aos novos competidores que entram no mercado de vendas on-line. “Em dezembro, é interessante vermos que o perfil de público que mais cresceu foi o de mulheres adultas e também de crianças, que entram nesses sites procurando brinquedo, ou produtos de algum personagem de televisão e adolescentes, procurando produtos relacionados a música”, disse o analista.

Bancos

Uma das categorias de sites que mais cresceram em audiência em dezembro de 2009 foi a de Finanças e Investimentos, segundo dados do Ibope Nielsen divulgados na quinta-feira (11). A alta foi impulsionada principalmente pelos sites dos bancos, que aumentaram 9,8% a quantidade de visitantes únicos no mês.

“Apesar de já ter havido um crescimento geral do ano, houve reforço maior em dezembro. Analisando os dados, vemos que o crescimento ocorreu em alguns casos na audiência originada em algumas campanhas publicitárias realizadas pelos bancos em outras páginas na internet”, explicou Calazans.

Pela proximidade das festas de final de ano, porém, a categoria que mais cresceu em audiência no último mês do ano passado foi “Ocasiões Especiais”, que recebeu 20,1% a mais de visitantes na comparação com o mês anterior. Apenas os sites de cartões virtais receberam 6,2 milhões de internautas brasileiros.

Fonte: Info Money

segunda-feira, 8 de março de 2010

Comércio Eletrônico fecha 2009 com crescimento de 30% e projeta para 2010 um faturamento ainda maior

Editorial Tray Informa - edição 20

O ano de 2009 ficou marcado pelo aumento do número de internautas que está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa da Internet Pop, realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009, o que representa 25 milhões de brasileiros a mais conectados na rede.

Para 2010, as estimativas de crescimento continuam. A internet está tornando-se popular no Brasil e conquistando novos adeptos das classes C e até D pela facilidade na hora de realizar um compra por meio de uma loja virtual. Além da comodidade, o consumidor está aprendendo a utilizar outras vantagens da web como: pesquisar preços e produtos.

No entanto, a entrada das micro e pequenas empresas no e-commerce ainda não é muito expressiva. Segundo resultados da pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que entrevistou 1.201 empresários para mapear a influência da internet sobre seus negócios, apontou que o comércio eletrônico ainda tem muito espaço para crescer. Das empresas entrevistadas, 34% não estão inseridas na rede através de um web site institucional promovendo sua marca, produtos e serviços. Outro dado mostrado pela pesquisa, destacou que do numero total de comerciantes abordados, 64% estão fora do e-commerce.

A pesquisa aponta ainda outro dado curioso em relação a inclusão digital dos comerciantes brasileiros. Os comerciantes são apontados como o setor que menos investe em sites próprios para divulgação de sua marca ou produto, apenas 60% das empresas de varejo possuem sites. Na indústria esse número salta para 80%.

A pesquisa também mostra que o investimento em uma plataforma de e-commerce para lojas virtuais é bastante positivo, 435 empresas que usam a rede para comprar e vender afirmam que houve durante o ano um aumento de 38% das vendas. Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, diz que muitos empresários e comerciantes ainda não estão no segmento de vendas pela rede por desconhecerem suas vantagens. “Uma das principais dificuldades da pequena e da microempresa é a falta de estrutura: eles acreditam que terão uma sobrecarga de trabalho”, diz.

Esse ano o perfil do consumidor online ficará mais heterogêneo e com necessidades diferentes. O Brasil possui hoje mais de 50 milhões de usuários de internet, as pessoas que tem entre 18 e 24 anos estão entre os principais consumidores de produtos online. As experiências positivas passadas através do “boca-a-boca”, principalmente utilizando-se de meios como redes sociais serão as principais referências utilizadas na hora da escolha de um local para a compra.

Ainda falando de 2009, as datas especiais foram as grandes estrelas para o aumento das vendas. Somente no Natal o e-commerce faturou 1,6 bilhões de reais, seguido pelo Dia das Mães com faturamento de 440 milhões de reais e crescimento de 20% em comparação ao mesmo período do ano passado. A terceira melhor data para o e-commerce foi o Dia dos Namorados, que cresceu 21% e atingiu os 393 milhões de reais no volume de vendas.

Os consumidores estão recorrendo a internet na procura por produtos diferenciados, com preços mais acessíveis e condições de pagamentos facilitadas. Os produtos mais vendidos durante o ano passado foram os livros, assinaturas de revistas e jornais. Em segundo lugar estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos. Em terceiro lugar os produtos de informática, os eletrodomésticos ficaram em quarto lugar com um aumento considerável de vendas impulsionadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Um dado positivo para 2010 é a projeção de 21% de crescimento para o setor de telecomunicações. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.
Publicado por: Reinaldo Martins

Publicidade Online cresce mais de 20% em 2009

Dos setores que mais movimentaram a rede mundial de computadores em 2009, destacam-se os investimentos em publicidade online. Os sites brasileiros faturaram R$ 725 milhões com anúncios, de janeiro a outubro, apontando uma alta de 21,5% na comparação com 2008, segundo dados do projeto Inter-Meios, iniciativa do jornal especializados em publicidade “Meio & Mensagem”.

Os portais na internet são o quinto meio de veiculação de publicidade, responsáveis por cerca de 4% do total anunciado, liderado pelas emissoras de TVs. A expectativa é que o mercado de publicidade alcance uma participação de 5%, apresentando taxas de crescimento superiores a 30%, diz Sandra Turchi, da ESPM.

Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, o potencial de crescimento dos negócios pela internet é grande. “Dos mais de 180 milhões de habitantes do Brasil, estima-se que apenas um pouco mais de 64 milhões possui acesso em casa, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros. Investimentos na expansão da banda larga possibilitando maior índice de acessibilidade por grande parte da população estão sendo em curso, infelizmente esse tipo de acesso ainda é muito caro no Brasil. No entanto, o potencial de crescimento dos negócios online é grande, o comércio eletrônico fechou 2009 faturando mais de R$ 10 bilhões. Enfim, quanto mais brasileiros tivermos navegando pela web, maior vai ser o investimento publicitário nesse meio e maior a possibilidade do surgimento de novas idéias com grande possibilidade de se tornarem grandes negócios.”

Em outros países a realidade é diferente, a exemplo da Inglaterra, onde a internet já está disseminada, os investimentos em anúncios online superaram os da televisão no ano passado, quando atingiram 1,9 bilhões de euros no primeiro semestre de 2009, diante de 1,6 bilhões de euros dirigidos à TVs, segundo informações do Internet Advertising Bureau (IAB).

Atraídas pelo aumento da audiência, as empresas devem ampliar neste ano a fatia do bolo publicitário destinada à internet. Assim como os anúncios nos portais, os links patrocinados nos sites de busca devem receber investimentos maiores neste ano. Se em 2009, quando a economia ainda estava comprometida pela crise econômica, o comércio eletrônico cresceu cerca de 30%, a expectativa é que a expansão seja ainda maior em 2010, impulsionada pela força da classe média brasileira.
Publicado por: Micheli Consani

Comércio Eletrônico é confiável para 86,3% dos compradores online

Pesquisa divulga que em dezembro de 2009, segundo Movimento Internet Segura e E-bit, o índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 85,98%. A consultoria e-bit informou nessa quarta- feira (3/2) que durante o ano de 2009, o índice atingiu 86,3%, A média foi calculada com base nos levantamentos mensais das empresas acima.

Para realização dessa pesquisa, foram utilizados mais de 1,4 milhão de perguntas entre os meses de janeiro e dezembro do ano passado. Segundo dados da pesquisa, o mês que obteve o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%).

O mês de agosto registrou aprovação de 87,29% dos consumidores brasileiros que compraram pela internet no período, o desempenho foi positivo e superou o mês anterior, julho que havia registrado a marca de 87,02%. Desde que a pesquisa de satisfação começou a ser realizada, em janeiro de 2009, o mês de agosto desse mesmo ano foi o que registrou melhor desempenho.

O mês de dezembro, que atrai consumidores para as compras de Natal, não surpreendeu, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a confiabilidade que a loja virtual transmite através de um bom atendimento e facilidade para pagamento da compra é o que aumenta a sua reputação e conseqüentemente as vendas.

“O consumidor moderno está cada vez mais exigente e o comércio eletrônico é o principal meio no qual esse consumidor busca satisfazer esse grau de exigência por conta da grande variedade de itens para compras disponibilizados. Alinhado com esse fator o lojista precisa ser rápido no seu atendimento, respondendo dúvidas e entregando produtos dentro do prazo. Uma loja que disponibiliza facilidade no pagamento das compras com parcelamentos no cartão sem juros também está mais apta a satisfazer esse consumidor”, conclui Martins.
Publicado por: Micheli Consani

Empresas apostam na facilidade de pagamento para reduzir o impacto dos juros no varejo

Levantamento aponta que a concorrência entre as redes varejistas deverá limitar os efeitos da possível alta da Selic (a taxa básica de juros da economia) sobre o consumo ao longo do segundo trimestre, avaliou o coordenador do Programa de Administração do Varejo (Provar), Claudio Felisoni. Para Felisioni, a intenção de compra no varejo paulistano para o primeiro trimestre deste ano atingiu o maior patamar desde 1999, num ritmo que, segundo ele, poderá ser mantido ao longo de 2010.

Assim como o varejo físico, as vendas por meio da internet também têm perspectivas positivas para os próximos meses. Segundo pesquisa do Provar, realizada em conjunto com a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, 86,6% dos 7,5 mil entrevistados informaram que pretendem ir às compras neste primeiro trimestre, o que representou um aumento de 2,3 pontos porcentuais sobre mesmo período de 2009 e de 0,6 ponto porcentual na comparação com os três últimos meses do ano passado.

Para Donato Pina, gerente comercial da Tray Sistemas, o comércio eletrônico aponta para o crescimento uma vez que a maioria das compras feitas pela internet são a prazo, ou seja, mesmo que o juros ou o valor dos produtos aumente o que interessa para o consumidor na hora da compra é a facilidade para o pagamento. “ As compras a prazo, segundo especialistas, vão fazer a diferença na disputa da concorrência em 2010, principalmente com a entrada da classe C no segmento. A facilidade em adquirir bens de consumo com cartão de crédito está em alta e quanto maior o prazo de pagamento mais atrativa a proposta”.

Segundo dados da pesquisa do Provar, comparando o quarto trimestre do ano passado com o primeiro bimestre de 2010, os setores que apresentam um “crescimento significativo” na intenção de compra e de gastos por parte dos consumidores são os de eletroeletrônicos, informática, material de construção, telefonia e celulares, cama, mesa e banho e móveis. Na internet as preferência são mantidas com livros, revistas e assinaturas, seguidas de eletrodomésticos, eletrônicos e perfumaria.

O levantamento destacou ainda que alguns segmentos estão sendo bastante procurados nesse ínicio de ano.As categorias que apresentaram elevações percentuais foram as de automóveis e motos, eletroportáteis e materiais de construção na intenção de usar o crediário nas compras neste início de ano, em relação ao fim do ano passado. Já as categorias de linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos) e móveis mantiveram patamares similares, na mesma comparação. Houve retração na intenção da utilização de crédito para a aquisição de eletroeletrônicos, informática, cine e foto, telefonia e celulares e cama, mesa e banho.
Publicado por: Micheli Consani

Mensageiros instantâneos

Um mensageiro instantâneo ou comunicador instantâneo (em português), também conhecido por IM (do inglês Instant Messaging), é uma aplicação que permite o envio e o recebimento de mensagens de texto em tempo real.

Através destes programas o usuário é informado quando algum de seus amigos, cadastrados em sua lista de contatos, está online, isto é, conectou-se à rede. Conheça alguns…

MSN Messenger
É o mais conhecido dos brasileiros. Programa de mensagens instantâneas para usuários do Hotmail, integrado ao MSN, permite troca de emails, videoconferência e gerenciamento de contatos de forma simples e segura.

Yahoo! Messenger
Em se tratando de Yahoo!, não precisamos falar muita coisa. A atitude da marca já diz tudo. Esse messenger permite compartilhar arquivos de até 2GB.

GoogleTalk
É o IM do Google que aos poucos está rivalizando com o MSN.

AIM
AOL Instant Messenger é um mensageiro instantâneo que permite aos seus usuários registrados se comunicarem em tempo real por texto, voz ou vídeo pela Internet. Programas oficiais compatíveis estão disponíveis para Microsoft Windows, Mac OS, Mac OS X e Linux. É o programa com maior número de usuários, principalmente devido a sua popularidade nos Estados Unidos.

Fontes: Wikipédia/ MSN/ AOL/ Yahoo!

domingo, 7 de março de 2010

Jogos e Widgets

Sair do comum e ganhar o usuário quando ele não espera ou sequer percebe que irá interagir com uma marca. Esse papel é muito bem executado pelos Jogos e Widgets (mini-aplicativos para internet).

Algumas possibilidades…

Advergames
A função de um jogo sempre foi o entretenimento. As pessoas realmente usam seu tempo para jogar os mais diversos games. O que acontece quando juntamos uma marca a um jogo? Eis o nascimento dos Advergames.

Widgets
Widgets vão de uma ponta a outra: podem servir como poderosas ferramentas cuja função é ajudar os internautas com alguma tarefa ou podem ser apenas uma ferramenta divertida para mostrar seu humor com algum tipo de aplicativo. O céu é o limite na hora de bolar esses aplicativos.

Marcadores Sociais

Muitos dos internautas se encarregam de filtrar o grande volume de informação da rede. Apenas uma avaliação positiva, apenas um click, separa seu futuro cliente de mais um usuário da Internet. Isso acontece por meio de marcadores sociais ou indexadores.

Veja como:

Yahoo! Respostas
O Yahoo Respostas reúne dúvidas e esclarecimentos postados 100% por usuários da web. É vital em qualquer estratégia de SMO, pois tem alta relevância em resultados de buscas.

Digg
É um site americano que reúne links para notícias, podcasts e vídeos enviados pelos próprios usuários e avaliados pelos mesmos. Combina social bookmarks, blog e feed.

Sk*RT (atualização em 24/05/09: offline)
O Sk*RT é nas palavras das próprias criadoras a versão feminina do Digg e pretende ser o site que agregará tudo o que na web possa ser útil e interessante para o sexo feminino.

Rec6
Indexador de conteúdo da web que vem ganhando força no Brasil.

Linkk
Atualmente o Linkk é o principal concorrente do Rec6.

BlogBlogs
Reúne destaques de blogs da internet brasileira. É um importante foco dos formadores de opinião.

DiHITT
Como eles mesmos afirmam, “é o ponto de encontro das pessoas que gostam de saber das últimas notícias”.

Ouvi Dizer
É um site na web que permite enviar uma história que será revista por todos e será promovida ou não à página principal. Quando um utilizador envia uma notícia, esta será colocada em Ouvir mais. Logo que reúna os votos suficientes será promovida à página principal.

Mixx
Aqui você pode indicar matérias, fotos, vídeos e o que mais achar relevante para que faça parte de uma lista de recomendação para outros internautas, algo similar ao Rec6.

LinkTo
O LinkTo surgiu de um trabalho para fortalecer a internet brasileira, divulgando, catalogando e deixando aos usuários organizar os links, artigos, imagens e vídeos mais relevantes da internet.

DoMelhor
DoMelhor apresenta uma seleção de notícias e artigos de várias categorias de interesse. Possui um sistema editorial não-hierárquico: os textos são submetidos para análise e ao invés de a aprovação vir de um editor, é feita pelos próprios leitores, que votam nas matérias que merecem estar na primeira página.

InfoBlogs
O InfoBlogs é um engine que captura informações de diversos blogs cadastrados no próprio site e exibe estas informações podendo serem “creditadas” pelos usuários que possuírem uma conta no sistema. O foco do conteúdo é TI.

LinkLoko
Similar a DoMelhor…

UÊBA
No UÊBA você acha links os mais variados para assuntos ídem. Como eles mesmos afirmam “o UÊBA foi criado 30 meses ANTES do Digg, e nunca mudou sua estética de publicação que é a mesma do Fark.com. Logo, o Uêba é “fark-like”…”

Fark
Lá você indica e comenta matérias de diversos sites espalhados pela Internet.

Diigo
Sabe aquele livro que você leu e gostou tanto que marcou com uma caneta em amarelo as partes que mais interessavam. Pois o Diigo faz isso pra você na web. Você navega, acha algo interessante, marca e guarda no Diggo somente o que quer ao invés de salvar a página inteira em seus favoritos. Tem mais… Você pode compartilhar tudo isso com outras pessoas.

Hunch
Por enquanto é só em inglês. O sofware é inteligente… Você ensina a ele a dar as respostas que você quer para assuntos de seu interesse. É assim, basta ir lá no site e montar uma pergunta. Depois disso, crie as respostas direcionando os internautas para os seus interesses. Quem acessar a pergunta receberá como resposta as suas indicações.

Fontes: todos os sites indicados acima e Wikipédia.

Fotos

Registrar os melhores momentos da vida em papel é um hábito que ficou obsoleto para muitos de nós. Todo mundo tem uma câmera digital e quer expor suas fotos para os amigos, parentes e até mesmo para desconhecidos. Você já tem seu canal de fotos?

Conheça alguns serviços:

Flickr
Principal serviço de compartilhamento de imagens na web. Uma curiosidade é que este serviço permite inclusive atrelar direitos de uso para as imagens disponíveis online. Pode-se criar inúmeras galerias de imagens: por unidade, por atividade, por evento realizado… E compartilhar tudo com os clientes e formadores de opinião.

Fotolog
O Fotolog deixou de ser um site de massa e passou a ser um serviço com público específico, mas não por isso deixou de ser importante.

Picasa
É o portal de fotos do gigante Google. É importante ponto de convergência entre os serviços desta empresa.

Áudios

Certamente você já se aproximou de alguém só porque vocês dois gostavam de um mesmo artista.

Uma marca também pode gostar do mesmo som que você e vice-versa. Isso pode agir como um diferencial além do produto ou serviço. Nada melhor que música para ganhar a empatia dos clientes.

Confira alguns dos serviços disponíveis:

Last.FM
O maior e mais difundido canal para compartilhamento de informações musicais não pode ficar de fora da sua estratégia. Já pensou poder chegar em casa ou no trabalho e acessar pela web o Canal da sua empresa e ouvir as músicas que são a essência da marca?

Podcast 1
Agora qualquer um pode ter seu próprio programa de rádio. Se existem músicas existe quem as ouça, toque e dance. Este é um canal que, literalmente, dá voz a esses personagens anônimos.

Blip.FM
Microblog onde você compartilha músicas de sua preferência com os seus amigos.

ILike
Permite aos usuários fazer download e compartilhar música. O site faz uso de uma barra lateral que é utilizada com o iTunes da Apple. Ele tem um aplicativo gratuito para o Facebook, que permite aos usuários adicionar clipes de música que gostam em seu perfil, mostram shows musicais que irão ocorrer e por ai vai.

Fontes: as próprias mídias e Wikipédia.

Vídeos

Vídeos amadores são legais e ponto. Por outro lado, vídeos bem produzidos representando uma marca têm seu espaço garantido. Mas espere aí! Onde você vai colocar tudo isso? Na Internet, claro…

Conheça alguns serviços:

YouTube
Maior portal de vídeo do mundo. Dá para termos um canal de vídeos personalizado, com dicas e vídeos institucionais sobre tudo o que acontece: de lançamentos a entrevistas de TV oriundas de clippings.

VideoLog
Portal brasileiro de vídeos que vem crescendo e caindo nas graças dos usuários do país.

Upstream.TV
O usuário mantém seu próprio canal com transmissão ao vivo, 24h por dia.

Vimeo
Portal de vídeo em ascensão fora e dentro do Brasil.

Boxee
Trata-se de uma promissora tecnologia, um programa que você instala e então passa a fazer parte de uma rede social na qual se pode assistir a diversos conteúdos em vídeo. Na tela principal ficam os ícones de cada canal de TV como CNN e ABC, além de YouTube e Blip.TV. Ou seja, em um único lugar você acessa todos os “geradores ou gestores de vídeos”. O mais legal: você pode procurar uma atração e criar um alerta para avisá-lo quando ela estiver à disposição ou quando houver um novo capítulo “no ar”.

MySpaceVideo
Eis uma excelente oportunidade para a banda que tá a fim de mostrar seu trabalho musical.

ZeeVee
Similar ao Boxee, você pode assistir pelo micro ou então instalar um decodificador e receber o sinal diretamente na TV (eis o híbrido micro-tv).

Current TV
O ex-vice-presidente americano Al Gore é um de seus idealizares e tem como proposta permitir que as pessoas produzam o conteúdo, com transmissão pela Internet ou TV a cabo dos EUA.

Hulu
É adotado pelas redes americanas de TV Fox e NBC. O conteúdo, entre filmes e seriados, são sempre em alta definição, com distribuição por streaming. Só funciona nos EUA.

t!v!
É dos criadores do Videolog. Você cria os seus canais de TV, com vídeos próprios ou de terceiros oriundos do YouTube, por exemplo.

Metacafe
Similar ao YouTube.

Microblogs

Quando os blogueiros inventaram o post via celular ficaram limitados aos 140 caracteres que cabiam no visor dos aparelhos e esse “problema” originou os chamados Microblogs.

Nesses ambientes circulam micro mensagens que informam para quem quiser ler o que seus usuários estão pensando. Tudo isso com os, mais que suficientes, 140 caracteres.

Conheça alguns serviços:

Twitter
O que você está fazendo? Isso é o que querem saber os usuários do Twitter. Imagine poder criar uma rede junto aos clientes e compartilhar informações periodicamente para comunicar promoções, novidades, informações como “não abriremos no Carnaval” ou simples dicas, entre outras várias possibilidades de comunicação instantânea. O melhor, o Twitter funciona como torpedo também.

Gengibre
Um microblog com posts de voz ainda é novidade no país, mas o site do VJ da MTV Brasil, Cazé Peçanha, não pára de ganhar força por aqui.

Plurk
Nele você conta com uma linha do tempo que indica a hora do seu post.

Jaiku
É mantido por programadores do Google. Funcionamento parecido com o do Twitter.

GoZub
É a versão brasileira do Twitter: “O que tá rolando ai?”

Pownce
O Pownce tinha uma interface mais amigável que o restantes acima… Tinha porque acabou mesmo. Os seus criadores o tiraram do ar.

Fontes: Wikipédia e sites citados.

As redes sociais funcionam como ponto de encontro para os usuários da Internet.

Com certeza seus clientes estão em alguma(s) delas lendo, interagindo, comentando e aprendendo com a experiência dos outros membros.

Conheça algumas delas:

Orkut
É quase unanimidade entre os internautas brasileiros. Movimenta discussões sobre todos os assuntos: de ventiladores até a sua marca. Uma crise não gerenciada aqui pode ter consequências muito sérias.

Facebook
O Facebook é a Maior Rede Social do mundo e em 2008 chegou no Brasil.

MySpace
Se o assunto é música, o MySpace é referência. Quem se interessa pelo assunto está lá.

Hi5
Não pode ser esquecido. Tem tido crescimento moderado no país.

8p.com.br
Ficou famoso por ser o portal que recebe os vídeos e perfis de usuários candidatos ao Big Brother Brasil.

Sonico
O maior núcleo de relacionamento da América Latina também chegou com força no Brasil.

Limão
Inicialmente focado em São Paulo, obtém penetração considerável.

LinkedIn
A maior rede de relacionamentos direcionada para contatos de trabalho.

Ning
É o modo mais fácil de ter sua própria rede de relacionamentos. Já é um fenômeno mundial.

Bebo
É uma rede social da America On Line, fundada em janeiro de 2005, muito popular em países de língua inglesa. Ela é semelhante a outras redes sociais na Internet.

FriendFeed
O Friendfeed é um agregador de feeds, que consolida as atualizações de redes sociais, sites de Social bookmarks, blogs e microblogs, assim como qualquer outro tipo de feed de RSS/Atom. Os usuários podem usar esse fluxo de informação para criar feeds de RSS customizáveis para compartilhar e comentar com amigos.

Badoo
Um dos diferenciais do Badoo é o fato do usuário possuir controle direto sobre sua audiência. O sistema permite aos seus membros ativar funções únicas, capazes de atrair instantaneamente atencão para seus perfis.

Fontes: Próprias redes e Wikipédia.

Nove bons motivos para trabalhar com Mídias Sociais

1 – Porque as mídias sociais deixaram de ser um ambiente exclusivo para jovens em busca de diversão e relacionamentos.
Empresas estão cada vez mais usando ferramentas de relacionamento para interagir com cliente e prospects.

2 – Porque o mercado mudou e o consumidor também…
Pouco tempo atrás, definíamos mercado em termos geográficos, por categoria ou grupos socioeconômicos. Hoje os melhores mercados são as redes. Elas são organizadas e inteligentes. Movem-se facilmente por meio de limites físicos e pelo fato de as pessoas terem razões coletivas para estar juntas e também necessidades, motivações, preferências e lealdades coletivas.

3 – Porque as tecnologias digitais criaram novos caminhos
Esses caminhos ligam pessoas com as mesmas afinidades, que antes estavam separadas geograficamente, por status social e econômico, por etnia ou religião.

4 – Porque essas pessoas agora se conectam por paixão.
Seus interesses ou atividades conduzem suas prioridades, suas atitudes, comportamentos.

5 – Porque coisas que gostam ou desgostam são formadas uns a partir dos outros.
Isso é essencial em um mercado onde o modelo que funciona melhor é o coletivo.

6 – Porque o valor das mídias sociais para a sua marca é inesgotável…
O valor não reside no tamanho de uma comunidade, mas sim na quantidade de pessoas que interagem dentro dela.

7 – Porque a diferença entre mídias tradicionais e mídias sociais é significativa…

Mídias Tradicionais

>> Acesso controlado pela localização e horários;
>> Conteúdo produzido, editado e distribuído mediante pagamento;
>> A experiência é profissional, padronizada, transacional e previsível;
>> O público é um consumidor passivo.

Mídias Sociais

>> O acesso é aberto a qualquer um, de qualquer lugar (no planeta), a qualquer momento;
>> O conteúdo é autogerado e distribuído gratuitamente;
>> A experiência é colaborativa, baseada nos interesses e nos relacionamentos dos usuários;
>> O público é criador ativo.

8 – Porque investir em Mídias Sociais é muito mais viável do que em mídias tradicionais, ainda mais em momentos de crise e pouca verba para gastos em marketing .
Como um negócio ou uma marca, as empresas devem participar de mídias sociais, em especial daquelas com perfil semelhante ao de seus clientes-alvo. Se elas não podem ser proprietárias de comunidades de clientes, podem influenciá-las e apoiá-las. Podem escutá-las e aprender com elas, e encorajá-las em relação à sua marca.

9 – As mídias sociais oferecem novas oportunidades:

>> Alcançar novos públicos;
>> Atingir com precisão determinados segmentos de forma mais pessoal;
>> Oferecer soluções mais abrangentes;
>> Apresentar um experiência de marca mais rica para cada cliente.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Cuidado ao comprar na Internet pelo Mercado Livre

Carrefour inaugura e-commerce com foco em serviços

Última entre os grandes varejistas a entrar no ambiente online, a rede investe 50 milhões de reais e pretende oferecer serviços de instalação, manutenção e até suporte a computadores para se diferenciar da concorrência

Por Camila Fusco | 01.03.2010 | 10h04

A rede francesa Carrefour inicia nesta segunda-feira (01/03) suas operações de e-commece no Brasil. O projeto, que demandou investimentos de 50 milhões de reais, permite à empresa competir num mercado que movimentou cerca de 11 bilhões de reais no ano passado.

O Carrefour é a última grande marca do varejo a entrar no comércio eletrônico no país – as duas últimas grandes movimentações no ambiente online foram a de Casas Bahia em fevereiro de 2009 e Wal-Mart, em outubro de 2008. Para se diferenciar da concorrência, a empresa investe na prestação de serviços. Segundo Jonas Ferreira, diretor de e-commerce da companhia, a ideia é oferecer por enquanto nove opções, que variam entre instalação e manutenção de eletroeletrônicos e eletrodomésticos até suporte para computadores por telefone, mediante pagamento de taxas à parte. Até o fim do ano serão 20 opções.

Os serviços serão prestados por empresas terceirizadas. Inicialmente serão quatro as parceiras do Carrefour para cobrir todo o território nacional, e com o aumento gradual das ofertas, devem chegar a 12 até o fim de 2010. “A concorrência está muito concentrada na oferta de produto e preço. O foco em serviços é uma forma de diferenciação”, diz Ferreira. A escolha partiu de uma avaliação internacional que levou em consideração 450 serviços mais oferecidos por redes de varejo no mundo.

Parte da estratégia envolve também uma equipe dedicada a redes sociais e criação de conteúdo, como vídeos informativos sobre produtos e a segmentação em categorias alternativas à do varejo online tradicional. Além dos tradicionais produtos de informática e eletrônicos, o Carrefour oferecerá também produtos de cama, mesa e banho, utilidades domésticas, lazer, beleza e saúde. A operação começa com 15 000 itens e deve chegar a 80 000 até o fim do ano.

O projeto levou menos de um ano para ser desenvolvido e implantado e há cerca de um mês, a loja já estava aberta para funcionários da rede. Esta é a sétima operação de comércio eletrônico do Carrefour no mundo, a primeira na América Latina. A equipe tem cerca de 50 pessoas.

No ano passado, o comércio eletrônico cresceu quase 30%, chegando a 32 milhões de pedidos, segundo dados da eBit. O tíquete médio foi de 340 reais. O anúncio da Nova PontoCom, fusão das operações de Casas Bahia, Ponto Frio. com, Extra.com, em dezembro do ano passado, deve colocar um novo ritmo às operações de comércio eletrônico em 2010. A companhia já nasce gigante, com quase 20% das vendas online no país, e significa um concorrente de peso para as demais varejistas. Hoje, a B2W, que reúne as operações de Submarino e Americanas, ocupa a liderança do mercado.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O Facebook é o novo Google?

A rede de relacionamento registra mais visitas que o site de buscas nos Estados Unidos. E quer se tornar o novo gigante no mercado de publicidade on-line

Bruno Ferrari / Paul Sakuma

COM AS ARMAS DO INIMIGO
Mark Zuckerberg, na sede do Facebook, na Califórnia. Ele “roubou” funcionários do Google
Por que a maior empresa da internet, que faturou mais de US$ 26 bilhões em 2009 (90% em publicidade on-line), deveria temer uma rival que, seis anos depois de criada, ainda não sabe de onde virão seus lucros? A resposta, numa palavra, é futuro. Na semana passada, a empresa de medições de audiência Compete anunciou que em um ano a rede social Facebook quase duplicou seu número de visitantes únicos – o número de pessoas diferentes que acessaram o site em um mês. Mais: em número de acessos (contando as visitas repetidas), tornou-se o maior site dos Estados Unidos, ultrapassando o gigante das buscas, Google.

A ameaça pode ser entendida quando se conversa com a publicitária Luiza Pinheiro Raposo, de 24 anos. Em 2004, quando estudava na Universidade da Geórgia, em Atlanta, o Facebook virou febre entre os estudantes. A estratégia de seu criador, Mark Zuckerberg, foi restringir o site a universitários americanos. Em pouco tempo, o Facebook se tornou a principal forma de trocar e armazenar informações em uma página personalizada. Fotos, vídeos, convites de eventos, enquetes, jogos: tudo se fazia por ali. “Sempre usei o Facebook para me comunicar com amigos”, diz Luiza, americana filha de brasileiros. “Tenho mais de mil fotos em meu perfil.” Quando o Facebook se transformou numa rede totalmente aberta, em 2006, tinha um público cativo e influente: os jovens. Em dois anos, a febre se espalhou para outras faixas etárias e para outros países. Em seus primeiros cinco anos, o Facebook conseguiu 150 milhões de usuários. Apenas oito meses depois, o número dobrou. E, em dezembro de 2009, o site unia 350 milhões de pessoas – um quinto de toda a população mundial com acesso à internet.
Em 2009, o Facebook alcançou 350 milhões de usuários – um quinto dos internautas do mundo

Mais que o crescimento assombroso, o trunfo da rede de relacionamento é... entender de relacionamentos. Por sua própria natureza, ela coleciona informações sobre os internautas. E esse é um nicho valioso no mundo da publicidade, porque permite que as empresas anunciantes gastem seu dinheiro para falar com as pessoas que lhes interessam. O Google, em contrapartida, cresceu como o grande agregador das informações na internet. O segredo para fazer isso é seu mecanismo de busca. Graças a ele, domina a internet (no Brasil, quase 90% dos usuários que buscam algo na internet pesquisam pelo Google). O segundo buscador mais consultado do mundo é o YouTube, que desde 2006 pertence ao Google. Qualquer site que não apareça no Google ou no YouTube tende a ficar invisível para os internautas – e isso é um poder e tanto. Só que os algoritmos de busca são, eles próprios, cegos. Daí a dificuldade de explorar o nicho da publicidade dirigida.
Reprodução
Reprodução
Fontes: Facebook e Compete

Nesse terreno, os bilhões de acessos do Google e de seus outros serviços, como Gmail (e-mail), Google Docs (software on-line de escritório) e Picasa (fotos), são menos eficientes que os cliques dos 350 milhões de usuários do Facebook, cada um com um perfil que inclui faixa etária, classe social, gostos e objetivos, fotos e vídeos. São 850 milhões de fotos e 8 milhões de vídeos a cada mês, segundo o Facebook. Até a navegação em outros sites está sendo incorporada. Em dezembro, Zuckerberg lançou o Facebook Connect, um acordo com 10 mil sites que permite publicar informações no Facebook a partir de suas páginas. Você pode copiar em seu Facebook algo que leu num portal, acrescentando comentários. “Eles conseguem buscar informações do usuário, mesmo quando ele está navegando em páginas de terceiros”, diz Max Petrucci, presidente da agência Garage Interactive Marketing. “O Google nem sabe quem você é.” O mercado de anúncios centrados na construção da marca de uma empresa (conhecido como branding) gira em torno dos US$ 500 bilhões no mundo, e só 10% vão para a internet. Quando o dinheiro começar a entrar com mais intensidade, é provável que se dirija para as redes sociais. Por isso é estranho que o Google, dono da rede de relacionamento Orkut (sucesso principalmente no Brasil e na Índia), não tenha aproveitado a base para combater o Facebook em seu próprio terreno, fazendo do Orkut uma operação global.

Não é de agora que o Google sabe do perigo do Facebook. Logo que se tornou uma rede aberta, o Facebook começou a “roubar” funcionários do Google – até então era visto como a empresa mais “legal” para trabalhar no mundo. Segundo a revista Wired, 9% dos 1.200 funcionários do Facebook atualmente vieram do Google. Em 2007, Larry Page, cofundador do Google, quis investir no Facebook. Zuckerberg preferiu aceitar um aporte de US$ 240 milhões da Microsoft (em troca de 1,6% das ações da empresa). Era um sinal.

A posição privilegiada entre as redes de relacionamento não implica que o Facebook terá um caminho fácil pela frente. Seu maior problema é que, ao contrário do Google, o site não parece ter um modelo de negócios seguro. Todas as vezes que tentou tirar proveito monetário dos perfis de seus usuários, o Facebook esbarrou em obstáculos. No final de 2007, Zuckerberg lançou o Beacon, um serviço que incluía publicidade nas notificações de novas mensagens recebidas. A chiadeira foi tamanha que, meses depois, o Beacon foi abandonado. Recentemente, o Facebook alterou os termos de privacidade dos usuários, tomando posse de toda a informação publicada em seus perfis. De novo, as reclamações o obrigaram a voltar atrás. “Leio as mudanças nos termos que falam sobre a privacidade de vez em quando”, diz Luiza Raposo. “Confronto esse medo colocando menos informações pessoais hoje do que na época em que comecei a usar.” Zuckerberg sabe que não pode correr o risco de os internautas desconfiarem e economizarem informações. O drama do Facebook é ter uma mina de ouro e não conseguir os meios de explorá-la.

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