A rede de relacionamento registra mais visitas que o site de buscas nos Estados Unidos. E quer se tornar o novo gigante no mercado de publicidade on-line
Bruno Ferrari / Paul Sakuma
COM AS ARMAS DO INIMIGO
Mark Zuckerberg, na sede do Facebook, na Califórnia. Ele “roubou” funcionários do Google
Por que a maior empresa da internet, que faturou mais de US$ 26 bilhões em 2009 (90% em publicidade on-line), deveria temer uma rival que, seis anos depois de criada, ainda não sabe de onde virão seus lucros? A resposta, numa palavra, é futuro. Na semana passada, a empresa de medições de audiência Compete anunciou que em um ano a rede social Facebook quase duplicou seu número de visitantes únicos – o número de pessoas diferentes que acessaram o site em um mês. Mais: em número de acessos (contando as visitas repetidas), tornou-se o maior site dos Estados Unidos, ultrapassando o gigante das buscas, Google.
A ameaça pode ser entendida quando se conversa com a publicitária Luiza Pinheiro Raposo, de 24 anos. Em 2004, quando estudava na Universidade da Geórgia, em Atlanta, o Facebook virou febre entre os estudantes. A estratégia de seu criador, Mark Zuckerberg, foi restringir o site a universitários americanos. Em pouco tempo, o Facebook se tornou a principal forma de trocar e armazenar informações em uma página personalizada. Fotos, vídeos, convites de eventos, enquetes, jogos: tudo se fazia por ali. “Sempre usei o Facebook para me comunicar com amigos”, diz Luiza, americana filha de brasileiros. “Tenho mais de mil fotos em meu perfil.” Quando o Facebook se transformou numa rede totalmente aberta, em 2006, tinha um público cativo e influente: os jovens. Em dois anos, a febre se espalhou para outras faixas etárias e para outros países. Em seus primeiros cinco anos, o Facebook conseguiu 150 milhões de usuários. Apenas oito meses depois, o número dobrou. E, em dezembro de 2009, o site unia 350 milhões de pessoas – um quinto de toda a população mundial com acesso à internet.
Em 2009, o Facebook alcançou 350 milhões de usuários – um quinto dos internautas do mundo
Mais que o crescimento assombroso, o trunfo da rede de relacionamento é... entender de relacionamentos. Por sua própria natureza, ela coleciona informações sobre os internautas. E esse é um nicho valioso no mundo da publicidade, porque permite que as empresas anunciantes gastem seu dinheiro para falar com as pessoas que lhes interessam. O Google, em contrapartida, cresceu como o grande agregador das informações na internet. O segredo para fazer isso é seu mecanismo de busca. Graças a ele, domina a internet (no Brasil, quase 90% dos usuários que buscam algo na internet pesquisam pelo Google). O segundo buscador mais consultado do mundo é o YouTube, que desde 2006 pertence ao Google. Qualquer site que não apareça no Google ou no YouTube tende a ficar invisível para os internautas – e isso é um poder e tanto. Só que os algoritmos de busca são, eles próprios, cegos. Daí a dificuldade de explorar o nicho da publicidade dirigida.
Reprodução
Reprodução
Fontes: Facebook e Compete
Nesse terreno, os bilhões de acessos do Google e de seus outros serviços, como Gmail (e-mail), Google Docs (software on-line de escritório) e Picasa (fotos), são menos eficientes que os cliques dos 350 milhões de usuários do Facebook, cada um com um perfil que inclui faixa etária, classe social, gostos e objetivos, fotos e vídeos. São 850 milhões de fotos e 8 milhões de vídeos a cada mês, segundo o Facebook. Até a navegação em outros sites está sendo incorporada. Em dezembro, Zuckerberg lançou o Facebook Connect, um acordo com 10 mil sites que permite publicar informações no Facebook a partir de suas páginas. Você pode copiar em seu Facebook algo que leu num portal, acrescentando comentários. “Eles conseguem buscar informações do usuário, mesmo quando ele está navegando em páginas de terceiros”, diz Max Petrucci, presidente da agência Garage Interactive Marketing. “O Google nem sabe quem você é.” O mercado de anúncios centrados na construção da marca de uma empresa (conhecido como branding) gira em torno dos US$ 500 bilhões no mundo, e só 10% vão para a internet. Quando o dinheiro começar a entrar com mais intensidade, é provável que se dirija para as redes sociais. Por isso é estranho que o Google, dono da rede de relacionamento Orkut (sucesso principalmente no Brasil e na Índia), não tenha aproveitado a base para combater o Facebook em seu próprio terreno, fazendo do Orkut uma operação global.
Não é de agora que o Google sabe do perigo do Facebook. Logo que se tornou uma rede aberta, o Facebook começou a “roubar” funcionários do Google – até então era visto como a empresa mais “legal” para trabalhar no mundo. Segundo a revista Wired, 9% dos 1.200 funcionários do Facebook atualmente vieram do Google. Em 2007, Larry Page, cofundador do Google, quis investir no Facebook. Zuckerberg preferiu aceitar um aporte de US$ 240 milhões da Microsoft (em troca de 1,6% das ações da empresa). Era um sinal.
A posição privilegiada entre as redes de relacionamento não implica que o Facebook terá um caminho fácil pela frente. Seu maior problema é que, ao contrário do Google, o site não parece ter um modelo de negócios seguro. Todas as vezes que tentou tirar proveito monetário dos perfis de seus usuários, o Facebook esbarrou em obstáculos. No final de 2007, Zuckerberg lançou o Beacon, um serviço que incluía publicidade nas notificações de novas mensagens recebidas. A chiadeira foi tamanha que, meses depois, o Beacon foi abandonado. Recentemente, o Facebook alterou os termos de privacidade dos usuários, tomando posse de toda a informação publicada em seus perfis. De novo, as reclamações o obrigaram a voltar atrás. “Leio as mudanças nos termos que falam sobre a privacidade de vez em quando”, diz Luiza Raposo. “Confronto esse medo colocando menos informações pessoais hoje do que na época em que comecei a usar.” Zuckerberg sabe que não pode correr o risco de os internautas desconfiarem e economizarem informações. O drama do Facebook é ter uma mina de ouro e não conseguir os meios de explorá-la.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Dicas para você aparecer no Google
Você é daquelas pessoas que gostam de aparecer? Você adiciona desconhecidos só para ter mais amigos no Orkut? Você fica mandando scraps para os outros só para que eles respondam e aumentem a quantidade de recados no seu perfil? Você participa de todos os fóruns e comentários para ficar conhecido na rede? Você força a barra para seus amigos visitarem seu blog? Você é uma empresa e quer usar a internet para melhorar sua imagem ou suas vendas?
Se respondeu "siiiiiimmmmmm" a pelo menos uma destas questões, então você também está preocupado em aparecer no Google.
O Google é o maior e mais eficiente sistema de buscas da internet. Seu ranking de resultados está baseado na relevância, de acordo com os termos que você digitou no campo "pesquisa". Então, pense cá comigo: se os primeiros resultados são os mais relevantes, significa que estar no alto da página de pesquisa do Google é o equivalente internético de aparecer na TV Globo. Entre as milhares de notícias de todos os dias, ganham espaço somente aquelas que a emissora considera "relevantes" para seu público.
Usar estratégias para ser encontrado pelo Google é como fazer cartazes usando palavras-chave para conseguir ser filmado pela TV durante uma transmissão de jogo de futebol. Se você escreve palavras que são importantes para a emissora, suas chances de ser focado pela câmera são bem maiores (por isso que as pessoas colocam nos cartazes a logomarca da emissora ou o nome do "Galvão"). Se o seu cartaz tiver apenas "mamãe, olha eu aqui", vai ficar mais difícil.
Por conta dessa classificação por relevância, o Google acaba funcionando como um atestado de credibilidade. Para ser alguém na vida da rede, é preciso aparecer no sistema de busca. E assim como as pessoas aprenderam a escrever determinadas palavras nos cartazes para aparecerem na televisão, hoje existem diversas técnicas que auxiliam um site ou alguém a aparecer no Google. De preferência, entre os primeiros resultados.
Não sou nenhuma especialista em internet, muito menos em sistemas de busca, mas aprendi alguns truquezinhos que posso compartilhar (e se eu falar alguma bobagem, alguém me corrija, por favor). Digamos que você tenha um blog e deseje que ele seja listado no Google. O primeiro passo é fazer com que outros sites tenham links para seu blog. Sabe por quê? Porque o sistema de relevância do Google considera mais importantes aqueles sites que são citados por outros. Portanto, se você tem um blog que não é lincado em nenhum outro lugar da rede, você nunca vai aparecer no Google. Estará condenado ao ostracismo virtual.
Mas, como fazer para seu blog ser lincado em outros sites, sem ter que arriscar sua dignidade implorando isso aos amigos? Crie um segundo blog! Assim, em cada um deles você coloca um link para o outro. Porém, esse é apenas o primeiro passo. Para subir na lista do Google, é preciso estar lincado a várias páginas, não em apenas uma. E aí, ao invés de criar mais um monte de blogs "fantasmas", é melhor caprichar no conteúdo do original e tentar despertar para ele a atenção de outras pessoas na rede.
Apesar da importância de se estar presente em outros sites, não é apenas isso que torna o seu espaço mais popular na lista do buscador. Ainda considerando a relevância, é preciso que o conteúdo seja coerente. Um site sobre vinhos, por exemplo, vai estar melhor colocado na relação se o nome, a descrição do site e o conteúdo dele forem integrados, "falem" a mesma língua e sobre o mesmo assunto.
E assim, chegamos à questão do conteúdo. A escolha das palavras certas que levam um site a ser bem colocado no Google é tão importante que virou até disciplina de marketing. Assim como existe marketing de relacionamento, marketing viral, endomarketing e outros, também existe o search marketing.
Um exemplo bem superficial de utilização desta ferramenta é: descobrir quais palavras devem estar no texto do seu site para que ele apareça quando determinados termos forem digitadas na caixa de pesquisa. Se um site especializado na programação cultural da cidade descobre que as pessoas fazem a busca das atrações através da expressão "peças de teatro", é importante que o texto do site contenha essa expressão. Assim, a combinação entre vários links para sua página e conteúdo relevante vai fazer com que a colocação do seu site no Google seja cada vez melhor.
Essas informações valem para quem quer aparecer no site de busca, mas também para aqueles que desejam obter melhores resultados nas suas pesquisas. Se você sabe como o Google funciona, pode navegar melhor pelos sites listados. O primeiro site da lista pode ser o mais relevante segundo os critérios do Google, mas não segundo os seus. Portanto, talvez valha a pena dar uma olhadinha nos últimos colocados da pesquisa.
Para que os objetivos de busca do Google coincidam com os seus, é importante que você escolha as palavras certas para colocar no campo de pesquisa. Um exemplo bem atual: digamos que você deseje achar referências sobre alguém que se chame "Katilce", mas que não tenha nada a ver com felizarda que ganhou um selinho do Bono Vox no show do U2 no Morumbi. Se você digitar somente "Katilce", vão aparecer milhares de páginas com referências à bancária de Volta Redonda. Então, o melhor é você colocar o nome e um sinalzinho de menos (-) antes de "U2". A pesquisa só vai mostrar as "Katilces" que não tenham relação com o show, e daí talvez você encontre a sua (se você não sabe do que estou falando, acompanhe um pouco da história no Blue Bus).
Já os interessados na celebridade instantânea, se fizerem uma busca sobre ela, talvez acabem caindo aqui no texto. Essa "armadilha" é para exemplificar as dicas ali de cima. O Digestivo é um site altamente lincado. Juntando isso às palavras que eu escolhi (Katilce, U2, selinho, Bono Vox – as mais representativas do acontecimento), é muito provável que este texto apareça bem colocado no Google quando alguém pesquisar sobre a moça.
O Google é mais conhecido pelo buscador, mas suas outras ferramentas (Gmail e Google Earth, por exemplo) também são inovadoras e estão provocando uma revolução nos hábitos das pessoas e na forma de fazer publicidade (veja aqui neste fotolog como as empresas que anunciam em telhados ganham mais visibilidade por causa do Google Earth – mais uma dica do Blue Bus). Apesar de tudo, não passam disto: ferramentas. A melhor utilização de cada uma delas, inclusive do buscador, depende muito mais do cérebro humano do que da tecnologia do software.
E um outro alerta, que pode parecer óbvio: por mais que a gente compare o Google a um oráculo e que estar lá signifique algum tipo de credibilidade, é preciso lembrar que nem tudo que está na rede presta, e nem tudo é verdade. Por isso, a busca na internet só está completa depois que os resultados passam por um filtro muito mais poderoso: o do seu discernimento.
Adriana Baggio
Se respondeu "siiiiiimmmmmm" a pelo menos uma destas questões, então você também está preocupado em aparecer no Google.
O Google é o maior e mais eficiente sistema de buscas da internet. Seu ranking de resultados está baseado na relevância, de acordo com os termos que você digitou no campo "pesquisa". Então, pense cá comigo: se os primeiros resultados são os mais relevantes, significa que estar no alto da página de pesquisa do Google é o equivalente internético de aparecer na TV Globo. Entre as milhares de notícias de todos os dias, ganham espaço somente aquelas que a emissora considera "relevantes" para seu público.
Usar estratégias para ser encontrado pelo Google é como fazer cartazes usando palavras-chave para conseguir ser filmado pela TV durante uma transmissão de jogo de futebol. Se você escreve palavras que são importantes para a emissora, suas chances de ser focado pela câmera são bem maiores (por isso que as pessoas colocam nos cartazes a logomarca da emissora ou o nome do "Galvão"). Se o seu cartaz tiver apenas "mamãe, olha eu aqui", vai ficar mais difícil.
Por conta dessa classificação por relevância, o Google acaba funcionando como um atestado de credibilidade. Para ser alguém na vida da rede, é preciso aparecer no sistema de busca. E assim como as pessoas aprenderam a escrever determinadas palavras nos cartazes para aparecerem na televisão, hoje existem diversas técnicas que auxiliam um site ou alguém a aparecer no Google. De preferência, entre os primeiros resultados.
Não sou nenhuma especialista em internet, muito menos em sistemas de busca, mas aprendi alguns truquezinhos que posso compartilhar (e se eu falar alguma bobagem, alguém me corrija, por favor). Digamos que você tenha um blog e deseje que ele seja listado no Google. O primeiro passo é fazer com que outros sites tenham links para seu blog. Sabe por quê? Porque o sistema de relevância do Google considera mais importantes aqueles sites que são citados por outros. Portanto, se você tem um blog que não é lincado em nenhum outro lugar da rede, você nunca vai aparecer no Google. Estará condenado ao ostracismo virtual.
Mas, como fazer para seu blog ser lincado em outros sites, sem ter que arriscar sua dignidade implorando isso aos amigos? Crie um segundo blog! Assim, em cada um deles você coloca um link para o outro. Porém, esse é apenas o primeiro passo. Para subir na lista do Google, é preciso estar lincado a várias páginas, não em apenas uma. E aí, ao invés de criar mais um monte de blogs "fantasmas", é melhor caprichar no conteúdo do original e tentar despertar para ele a atenção de outras pessoas na rede.
Apesar da importância de se estar presente em outros sites, não é apenas isso que torna o seu espaço mais popular na lista do buscador. Ainda considerando a relevância, é preciso que o conteúdo seja coerente. Um site sobre vinhos, por exemplo, vai estar melhor colocado na relação se o nome, a descrição do site e o conteúdo dele forem integrados, "falem" a mesma língua e sobre o mesmo assunto.
E assim, chegamos à questão do conteúdo. A escolha das palavras certas que levam um site a ser bem colocado no Google é tão importante que virou até disciplina de marketing. Assim como existe marketing de relacionamento, marketing viral, endomarketing e outros, também existe o search marketing.
Um exemplo bem superficial de utilização desta ferramenta é: descobrir quais palavras devem estar no texto do seu site para que ele apareça quando determinados termos forem digitadas na caixa de pesquisa. Se um site especializado na programação cultural da cidade descobre que as pessoas fazem a busca das atrações através da expressão "peças de teatro", é importante que o texto do site contenha essa expressão. Assim, a combinação entre vários links para sua página e conteúdo relevante vai fazer com que a colocação do seu site no Google seja cada vez melhor.
Essas informações valem para quem quer aparecer no site de busca, mas também para aqueles que desejam obter melhores resultados nas suas pesquisas. Se você sabe como o Google funciona, pode navegar melhor pelos sites listados. O primeiro site da lista pode ser o mais relevante segundo os critérios do Google, mas não segundo os seus. Portanto, talvez valha a pena dar uma olhadinha nos últimos colocados da pesquisa.
Para que os objetivos de busca do Google coincidam com os seus, é importante que você escolha as palavras certas para colocar no campo de pesquisa. Um exemplo bem atual: digamos que você deseje achar referências sobre alguém que se chame "Katilce", mas que não tenha nada a ver com felizarda que ganhou um selinho do Bono Vox no show do U2 no Morumbi. Se você digitar somente "Katilce", vão aparecer milhares de páginas com referências à bancária de Volta Redonda. Então, o melhor é você colocar o nome e um sinalzinho de menos (-) antes de "U2". A pesquisa só vai mostrar as "Katilces" que não tenham relação com o show, e daí talvez você encontre a sua (se você não sabe do que estou falando, acompanhe um pouco da história no Blue Bus).
Já os interessados na celebridade instantânea, se fizerem uma busca sobre ela, talvez acabem caindo aqui no texto. Essa "armadilha" é para exemplificar as dicas ali de cima. O Digestivo é um site altamente lincado. Juntando isso às palavras que eu escolhi (Katilce, U2, selinho, Bono Vox – as mais representativas do acontecimento), é muito provável que este texto apareça bem colocado no Google quando alguém pesquisar sobre a moça.
O Google é mais conhecido pelo buscador, mas suas outras ferramentas (Gmail e Google Earth, por exemplo) também são inovadoras e estão provocando uma revolução nos hábitos das pessoas e na forma de fazer publicidade (veja aqui neste fotolog como as empresas que anunciam em telhados ganham mais visibilidade por causa do Google Earth – mais uma dica do Blue Bus). Apesar de tudo, não passam disto: ferramentas. A melhor utilização de cada uma delas, inclusive do buscador, depende muito mais do cérebro humano do que da tecnologia do software.
E um outro alerta, que pode parecer óbvio: por mais que a gente compare o Google a um oráculo e que estar lá signifique algum tipo de credibilidade, é preciso lembrar que nem tudo que está na rede presta, e nem tudo é verdade. Por isso, a busca na internet só está completa depois que os resultados passam por um filtro muito mais poderoso: o do seu discernimento.
Adriana Baggio
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Comércio Eletrônico no Brasil 2010
Visão Geral do Setor
O Brasil passou por mudanças estruturais na última década que levaram à estabilidade, crescimento econômico e expansão do crédito ao consumidor. Conjuntamente, estes fatores permitiram um aumento do poder de consumo da população brasileira e as perspectivas são favoráveis. De acordo com departamento de pesquisa da Goldman Sachs (“The BRICs Study” – Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil pode atingir taxas anuais de crescimento de 6,5% no PIB per capita até 2010.
Crescimento do Comércio Eletrônico
A indústria de comércio eletrônico do Brasil vem se desenvolvendo rapidamente, como resultado do aumento no número de pessoas buscando comprar produtos e serviços pela Internet. De acordo com a Forrester Research, as vendas online de produtos atingiram R$2,8 bilhões em 2005 e deverão chegar a R$12,8 bilhões até 2010, representando uma taxa de crescimento anual de 38%. Da mesma forma, as vendas online de serviços também deverão crescer rapidamente. De acordo com a Júpiter Research, as vendas online de viagens atingiram R$2,6 bilhões em 2005 e chegarão a R$10,2 bilhões até 2010, representando uma taxa de crescimento anual de 31%.
O crescimento contínuo do comércio eletrônico é impulsionado por:
* Maior utilização da Internet. De acordo com o relatório de pesquisa do Unibanco, o Brasil possui 37 milhões de usuários de Internet (aproximadamente 20% da população), tendo crescido a uma taxa anual de 21% desde 2001, devendo chegar a 55 milhões em 2010.
* Aumento do hábito de compras online entre os usuários de Internet. A alta penetração de serviços como online banking, transmissão da declaração do imposto de renda pela Internet e comunidades virtuais denotam a propensão da população brasileira para adotar novas tecnologias. O hábito de comprar online está em amplo crescimento, não obstante a penetração dentre usuários de Internet permanecer baixo (14%, contra 85% nos EUA). Nossa expectativa é que esta diferença reduza significativamente à medida que mais pessoas tenham experiências positivas na compra online.
* Crescimento de banda larga. De acordo com o relatório do Credit Suisse, o Brasil possui 8,8 milhões de usuários de banda larga (aproximadamente 4,7% da população), tendo crescido a uma taxa anual de 88% desde 2003, devendo chegar a 21 milhões em 2010. O uso de banda larga favorece o aumento de compras online por usuário.
* Sortimento limitado em lojas tradicionais. O mercado varejista brasileiro caracteriza-se por lojas com pouco sortimento e pela ausência de grandes category killers e megastores. Esta deficiência favorece os varejistas online, uma vez que estes não possuem limitação de espaço de prateleira e não necessitam replicar estoques em várias lojas.
Fonte: www.b2winc.com
O Brasil passou por mudanças estruturais na última década que levaram à estabilidade, crescimento econômico e expansão do crédito ao consumidor. Conjuntamente, estes fatores permitiram um aumento do poder de consumo da população brasileira e as perspectivas são favoráveis. De acordo com departamento de pesquisa da Goldman Sachs (“The BRICs Study” – Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil pode atingir taxas anuais de crescimento de 6,5% no PIB per capita até 2010.
Crescimento do Comércio Eletrônico
A indústria de comércio eletrônico do Brasil vem se desenvolvendo rapidamente, como resultado do aumento no número de pessoas buscando comprar produtos e serviços pela Internet. De acordo com a Forrester Research, as vendas online de produtos atingiram R$2,8 bilhões em 2005 e deverão chegar a R$12,8 bilhões até 2010, representando uma taxa de crescimento anual de 38%. Da mesma forma, as vendas online de serviços também deverão crescer rapidamente. De acordo com a Júpiter Research, as vendas online de viagens atingiram R$2,6 bilhões em 2005 e chegarão a R$10,2 bilhões até 2010, representando uma taxa de crescimento anual de 31%.
O crescimento contínuo do comércio eletrônico é impulsionado por:
* Maior utilização da Internet. De acordo com o relatório de pesquisa do Unibanco, o Brasil possui 37 milhões de usuários de Internet (aproximadamente 20% da população), tendo crescido a uma taxa anual de 21% desde 2001, devendo chegar a 55 milhões em 2010.
* Aumento do hábito de compras online entre os usuários de Internet. A alta penetração de serviços como online banking, transmissão da declaração do imposto de renda pela Internet e comunidades virtuais denotam a propensão da população brasileira para adotar novas tecnologias. O hábito de comprar online está em amplo crescimento, não obstante a penetração dentre usuários de Internet permanecer baixo (14%, contra 85% nos EUA). Nossa expectativa é que esta diferença reduza significativamente à medida que mais pessoas tenham experiências positivas na compra online.
* Crescimento de banda larga. De acordo com o relatório do Credit Suisse, o Brasil possui 8,8 milhões de usuários de banda larga (aproximadamente 4,7% da população), tendo crescido a uma taxa anual de 88% desde 2003, devendo chegar a 21 milhões em 2010. O uso de banda larga favorece o aumento de compras online por usuário.
* Sortimento limitado em lojas tradicionais. O mercado varejista brasileiro caracteriza-se por lojas com pouco sortimento e pela ausência de grandes category killers e megastores. Esta deficiência favorece os varejistas online, uma vez que estes não possuem limitação de espaço de prateleira e não necessitam replicar estoques em várias lojas.
Fonte: www.b2winc.com
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Quando a InterNET funciona, mas a Empresa NÃO
Quero ao longo deste treinamento, deixar claro que a InterNET funciona, e quando você não está satisfeito com o resultado dela, deve olhar mais para dentro de sua empresa, do que tentar outros caminhos OnLine.
Vou contar rapidamente uma história de grande sucesso no comércio eletrônico, que é a história da B2W.
Em 1999 as Lojas Americanas estavam quase “falindo”, quase seguindo o mesmo caminho das conhecidas Lojas Arapuã, Mesbla, Mappin, G. Aronson e outras empresas do mesmo ramo, mas iniciaram suas atividades online, através de uma Loja Virtual na InterNET. O sucesso rápido e a situação revertida, fez com que a Americanas.com iniciasse um processo de compras de empresas pontocom, como por exemplo, o Shoptime.com em 2005 e a fusão com o Submarino.com em 2006, gerando B2W Companhia Global do Varejo, que hoje engloba as empresas:
* Americanas.com
* Submarino.com
* Shoptime.com
* Blockbuster OnLine
* Ingresso.com
* Submarino Finance
* B2W Viagens
Vamos voltar mais alguns anos, vamos para 1995 quando Jack London fundou a Booknet, que foi a livraria virtual pioneira em nosso país, que em 1997 seguiu o caminho contrário, a partir do sucesso no mundo virtual, foi para o mundo real, abrindo 4 lojas no Rio de Janeiro. Nós fazíamos o pedido pela loja virtual e a Booknet enviava o livro e junto um boleto para pagamento. Em 1999 a Booknet foi comprada pelo fundo GP Investimentos, eles adquiriram a marca, o domínio, a carteira de 50 mil clientes e a experiência de mais de 4 anos no comércio eletrônico e em novembro do mesmo ano lançaram a maior Loja Virtual de livros, CDs e brinquedos, o Submarino.com, que no seu primeiro mês faturou 1 milhão de reais e conquistou 500 mil clientes em 6 meses.
Em 2006, as lojas virtuais Americanas.com e Submarino.com, recebiam certa de 10 mil pedidos por dia cada uma, e detinham 50% do mercado de comércio eletrônico no Brasil, então chegaram a conclusão de que se hoje 2 + 2 era igual a 4, no futuro, com a fusão, fariam 2 + 2 ser igual a 6, mas no início não foi bem assim.
A Americanas, com cerca de 53% da nova empresa (B2W), impôs suas regras na gestão. Inicialmente acabou com o estilo informal dos funcionários do Submarino, não sendo mais permitido trabalhar de bermuda e chinelo, dentre outros exemplos. Vários funcionários pediram demissão, inclusive metade da Diretoria, que era composta por 6 diretores.
O submarino passou por mais um grave problema, a limitação tecnológica, que culminou numa queda de 20% dos pedidos, caindo para a média de 8 mil pedidos por dia. Em poucos meses, com devidos ajustes de estrutura, a B2W atingiu 75 mil pedidos num único dia.
PUBLICIDADE
Qualquer que seja o seu ramo de atividade, para que obtenha o sucesso que deseja na InterNET, obrigatoriamente você deve investir em publicidade OnLine , pois não adianta você ter um produto ou serviço sensacional, se o internauta não sabe que ele existe.
Não pretendo falar agora sobre técnicas de posicionamento em servidores de pesquisa gratuitos (SEO), como o Google, ou alguma campanha de Marketing Viral, o que preciso deixar claro é que hoje temos diversos canais de publicidade OnLine, tais como Links Patrocinados, Comparadores de Preços e Email Marketing e com certeza um deles se adapta melhor ao seu tipo de produto ou serviço.
Diferente dos tipos de mídia tradicional, o resultado de uma publicidade na InterNET é imediato e geralmente você já pode analisar o resultado em questão de horas.
A InterNET funciona, mas se sua empresa não fizer publicidade para aparecer para o internauta, você não obterá o resultado desejado.
ESTRUTURA TECNOLÓGICA
Existem diversos tipos de plataformas para o comércio eletrônico, mas vejo muitas empresas “testarem” a InterNET, contratando sistemas ultrapassados e que deixam a Loja Virtual com conceitos antigos e mais fora do ar, do que OnLine. A economia no dia de hoje, pode ser muito cara para o dia de amanhã.
O comércio eletrônico não precisa de testes, já está consolidado, e estes testes que alguns insistem em fazer, muitas vezes acabam rapidamente com a reputação das empresas, pois o boca a boca online é muito mais forte, temos diversos canais disponíveis para o internauta reclamar de empresas, e estes são facilmente divulgados pelo Google, experimente digitar o nome de uma empresa no Google e veja a quantidade de sites que falam sobre ela, ou bem ou mal, é muito fácil colocar uma mensagem no Orkut, em algum Blog, ou qualquer tipo de site, e essa informação rapidamente é espalhada pela InterNET.
Comprar pela InterNET usando cartão de crédito, é mais seguro que comprar algo num Posto de Gasolina, falo por experiência própria, pois quando estamos digitando os dados de um cartão de crédito na InterNET, a tela que aparece para a digitação destes dados é apresentada diretamente pela operadora, ou pela VISA, pela REDECARD por exemplo, e quando você envia a informação, esses dados vão diretamente para a operadora e ela retorna apenas um “OK” para a loja virtual, como operação aprovada, ou não aprovada. Isto é, nem o DONO da loja virtual sabe o número do seu cartão de crédito, apenas a operadora que validou a operação.
Infelizmente existem sistemas de comércio eletrônico para loja virtual, que não usam este tipo de transação, tornando a compra insegura para o internauta, e caso este venha ter algum tipo de problema em seu cartão de crédito, ele pode afetar a reputação de sua empresa com mensagens espalhadas pela InterNET e você, “inocentente”, devido a falta de informação, vai ter um problemão pra resolver, o do seu cliente e o seu de credibilidade.
Outro grande inimigo do comércio eletrônico são os sistemas que deixam sua loja virtual fora do ar.
Conforme já falamos, a publicidade OnLine gera resultados imediatos, e independente de sua loja virtual estar funcionando ou não, os internautas estarão encontrando seus anúncios e clicando neles para entrar em sua loja. E caso ela esteja fora do ar, isto faz com que essa publicidade entre pra categoria de custos e não de investimentos, pois o resultado desejado que é a venda, não será atingido devido sua loja virtual estar disponível para o internauta.
A InterNET funciona, mas se você não tiver estrutura tecnológica adequada e moderna, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
FORMAS DE PAGAMENTO
Já recebi reclamações de “lojistas virtuais”, dizendo que recebem muitas visitas em sua loja virtual, mas essas visitas não resultam em vendas, e um dos principais itens a serem analisados neste caso, é a forma de pagamento que a loja oferece ao internauta, para que ele compre seu produto ou serviço.
Loja virtual que somente aceita como forma de pagamento, depósito em conta corrente, nem devemos considerar que é uma loja virtual, e se for depósito em nome de pessoa física, com certeza essa “empresa” deve repensar sua estratégia OnLine.
Veja como os internautas pagam suas compras através da InterNET:
* 53% Cartão de Crédito
* 25% Boleto Bancário
* 07% Débito Bancário
* 25% Outras formas de pagamento
Segue formas de pagamentos que já possuem solução Online para serem utilizadas por lojas virtuais, oferecendo mais segurança para os internautas:
* Cartão de Crédito Visa
* Cartão de Crédito American Express
* Cartão de Crédito Mastercard
* Cartão de Crédito Dinners
* Cartão de Crédito Hipercard
* Cartão de Crédito Aura
* Itau ShopLine
* BradescoNet Shopfácil
* Banco do Brasil
* Unibanco
* Caixa Econômica Federal
* HSBC
* Banco Real Amro Bank
* Panamericano
* Finasa
* Losango
Concordo que é muito burocrático para uma empresa fechar os convênios com as operadoras de cartão de crédito e bancos, mas hoje, temos diversas empresas que nos ajudam com uma solução simples, que é terceirizar as formas de pagamento de sua loja. Elas cobram uma taxa sobre as vendas, geralmente um pouco maior que contratos feitos diretamente com as operadoras, mas oferecem algumas vantagens, principalmente para empresas novas, que estão iniciando não só no comércio eletrônico, mas também como empresas jurídicas.
Empresas indicadas:
* PagSeguro
* Pagamento Digital
* F2b
* PayPal
Fazendo um contrato único com algumas das empresas acima, geralmente você já tem a disposição do seu cliente, todas as operadoras de cartão de crédito e ainda oferece parcelamento das compras em várias parcelas com ou sem juros.
A InterNET funciona, mas se o internauta não tem uma forma adequada à sua necessidade, para efetuar o pagamento do que ele deseja comprar, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
ESTOQUE
Se você disponibiliza um produto na loja virtual, você deve obrigatoriamente ter algumas unidades disponíveis para envio imediato aos seus clientes.
Um grande diferencial entre a loja virtual e uma loja física, é a possibilidade de o cliente comprar o produto que ele deseja, e receber rapidamente em qualquer lugar do Brasil.
Conheço inúmeros casos de internautas que compraram um Livro por R$ 20,00 e pagaram R$ 40,00 para receber 2 ou 3 dias depois no interior do Acre, por exemplo. E se você é o vendedor desse livro e não tem ele disponível em estoque?
Utilize sistemas de controle de estoque virtual, mas que controle também o real e se você não trabalha com grandes quantidades em estoque, tenha parcerias com seus fornecedores para ele seja resposto rapidamente, pois seu cliente SEMPRE tem pressa pra receber o que comprou.
A InterNET funciona, mas se você não cumpre os prazos de entrega com o seu cliente, dificilmente ele volta a comprar em sua loja e você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
LOGÍSTICA
A principal forma de entrega de um pedido que podemos oferecer ao internauta que compra numa loja virtual, é o E-Sedex, o Sedex dos Correios exclusivo para o comércio eletrônico.
Os correios disponibilizam uma forma de contrato que beneficia muito o internauta, que é quem paga pelas entregas dos pedidos que ele compra pela InterNET, e caso sua loja ofereça estes valores diferenciados de taxa de entrega, você também pode ser muito beneficiado, pois não é todos, mas muitos internautas escolhem a loja virtual que vai comprar se baseando na taxa de entrega , principalmente se seu produto não é exclusivo, e muitas empresas o vendem.
Segue exemplo da diferença de valores para entrega de pedidos:
300 gramas de São Paulo para Brasília
Sedex R$ 21,50
E-Sedex R$ 7,71
1 kilo de São Paulo para São Paulo
Sedex R$ 10,50
E-Sedex R$ 5,50
São muitas exigências para que sua empresa tenha esse contrato de E-Sedex com os correios, mas o beneficio é muito grande.
A InterNET funciona, mas se você vende o que outras lojas vendem e você cobra mais caro a taxa de entrega, você não obterá o resultado desejado.
ATENDIMENTO AO CLIENTE
EMAIL
Principal forma de contato com seu cliente.
Quando chega uma mensagem do seu cliente ou futuro cliente por email, ela deve ter prioridade total para resposta, principalmente porque muitas empresas ainda “desprezam” a agilidade desta ferramenta e não a utilizam como diferencial no atendimento, demorando horas, dias, semanas ou até mesmo não respondem as mensagens.
TELEFONE
O internauta pode ter muita pressa numa resposta, e vai utilizar o telefone para tirar sua dúvida, então, nunca devemos dispensar e não oferecer este canal tradicional de atendimento ao cliente.
Muitos internautas também utilizam o telefone para verificar “se a empresa existe mesmo”, pois muitas vezes duvidam dos preços oferecidos quando eles forem muito diferentes do mercado.
ATENDIMENTO ONLINE
É muito importante esta solução de contato rápido entre o internauta e sua loja virtual, pois oferecer um “chat” deixa o atendimento, mais rápido que o email e mais cômodo e barato que o telefone.
RECLAMAÇÕES
Atender um cliente não é somente antes de uma venda, é principalmente depois que tenha acontecido algum problema com o pedido dele. Ele nunca deve se sentir desassistido pela sua empresa.
A InterNET funciona, mas se você não atende seu cliente antes ou depois da venda, com certeza não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
PÓS-VENDA
Independente se você vende um produto ou serviço, sua venda só esta concretizada quando o internauta pagou, recebeu e está satisfeito com a compra em sua loja virtual.
DICAS
* Se o internauta tirou uma dúvida, mas não efetuou a compra, procure saber o motivo que o levou a não comprar ou comprar em outra empresa.
* Se o internauta não pagou o boleto na data de vencimento, ofereça uma nova forma de pagamento.
* Se a operadora de cartão de crédito não aprovou o pagamento dele, ofereça uma nova forma de pagamento, ou outra bandeira de cartão, ou boleto bancário, que geralmente oferecemos desconto para esta forma de pagamento.
* Se disponível, envie por email o código de rastreamento da encomenda para que seu cliente acompanhe OnLine onde está seu pedido, mas cuidado, envie antes que seu cliente receba a encomenda.
* Procure saber a opinião de seu cliente, não só desde o início do processo de compra até o recebimento do pedido, mas também sobre a satisfação com o produto adquirido.
CONSELHO
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitas visitas, ela precisa ter muitos pedidos.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos, eles têm que estar o pagamento confirmado.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos com pagamento confirmado, eles têm que estar entregues.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos entregues, seu cliente tem que estar totalmente satisfeito.
CONCLUSÃO
Não adianta trazer o internauta para sua loja virtual através de publicidade OnLine, se:
* Sua loja virtual esta fora do ar
* Se você não oferece formas de pagamento compatíveis com as necessidades dele
* Se sua taxa de entrega é maior que seus concorrentes
* Se você não atende prontamente as dúvidas dele
* Se você não tem o produto para envio imediato
* Se você não fecha a venda, entregando e deixando seu cliente satisfeito, pronto para efetuar uma nova compra.
Autor: Roberto Camargo
Vou contar rapidamente uma história de grande sucesso no comércio eletrônico, que é a história da B2W.
Em 1999 as Lojas Americanas estavam quase “falindo”, quase seguindo o mesmo caminho das conhecidas Lojas Arapuã, Mesbla, Mappin, G. Aronson e outras empresas do mesmo ramo, mas iniciaram suas atividades online, através de uma Loja Virtual na InterNET. O sucesso rápido e a situação revertida, fez com que a Americanas.com iniciasse um processo de compras de empresas pontocom, como por exemplo, o Shoptime.com em 2005 e a fusão com o Submarino.com em 2006, gerando B2W Companhia Global do Varejo, que hoje engloba as empresas:
* Americanas.com
* Submarino.com
* Shoptime.com
* Blockbuster OnLine
* Ingresso.com
* Submarino Finance
* B2W Viagens
Vamos voltar mais alguns anos, vamos para 1995 quando Jack London fundou a Booknet, que foi a livraria virtual pioneira em nosso país, que em 1997 seguiu o caminho contrário, a partir do sucesso no mundo virtual, foi para o mundo real, abrindo 4 lojas no Rio de Janeiro. Nós fazíamos o pedido pela loja virtual e a Booknet enviava o livro e junto um boleto para pagamento. Em 1999 a Booknet foi comprada pelo fundo GP Investimentos, eles adquiriram a marca, o domínio, a carteira de 50 mil clientes e a experiência de mais de 4 anos no comércio eletrônico e em novembro do mesmo ano lançaram a maior Loja Virtual de livros, CDs e brinquedos, o Submarino.com, que no seu primeiro mês faturou 1 milhão de reais e conquistou 500 mil clientes em 6 meses.
Em 2006, as lojas virtuais Americanas.com e Submarino.com, recebiam certa de 10 mil pedidos por dia cada uma, e detinham 50% do mercado de comércio eletrônico no Brasil, então chegaram a conclusão de que se hoje 2 + 2 era igual a 4, no futuro, com a fusão, fariam 2 + 2 ser igual a 6, mas no início não foi bem assim.
A Americanas, com cerca de 53% da nova empresa (B2W), impôs suas regras na gestão. Inicialmente acabou com o estilo informal dos funcionários do Submarino, não sendo mais permitido trabalhar de bermuda e chinelo, dentre outros exemplos. Vários funcionários pediram demissão, inclusive metade da Diretoria, que era composta por 6 diretores.
O submarino passou por mais um grave problema, a limitação tecnológica, que culminou numa queda de 20% dos pedidos, caindo para a média de 8 mil pedidos por dia. Em poucos meses, com devidos ajustes de estrutura, a B2W atingiu 75 mil pedidos num único dia.
PUBLICIDADE
Qualquer que seja o seu ramo de atividade, para que obtenha o sucesso que deseja na InterNET, obrigatoriamente você deve investir em publicidade OnLine , pois não adianta você ter um produto ou serviço sensacional, se o internauta não sabe que ele existe.
Não pretendo falar agora sobre técnicas de posicionamento em servidores de pesquisa gratuitos (SEO), como o Google, ou alguma campanha de Marketing Viral, o que preciso deixar claro é que hoje temos diversos canais de publicidade OnLine, tais como Links Patrocinados, Comparadores de Preços e Email Marketing e com certeza um deles se adapta melhor ao seu tipo de produto ou serviço.
Diferente dos tipos de mídia tradicional, o resultado de uma publicidade na InterNET é imediato e geralmente você já pode analisar o resultado em questão de horas.
A InterNET funciona, mas se sua empresa não fizer publicidade para aparecer para o internauta, você não obterá o resultado desejado.
ESTRUTURA TECNOLÓGICA
Existem diversos tipos de plataformas para o comércio eletrônico, mas vejo muitas empresas “testarem” a InterNET, contratando sistemas ultrapassados e que deixam a Loja Virtual com conceitos antigos e mais fora do ar, do que OnLine. A economia no dia de hoje, pode ser muito cara para o dia de amanhã.
O comércio eletrônico não precisa de testes, já está consolidado, e estes testes que alguns insistem em fazer, muitas vezes acabam rapidamente com a reputação das empresas, pois o boca a boca online é muito mais forte, temos diversos canais disponíveis para o internauta reclamar de empresas, e estes são facilmente divulgados pelo Google, experimente digitar o nome de uma empresa no Google e veja a quantidade de sites que falam sobre ela, ou bem ou mal, é muito fácil colocar uma mensagem no Orkut, em algum Blog, ou qualquer tipo de site, e essa informação rapidamente é espalhada pela InterNET.
Comprar pela InterNET usando cartão de crédito, é mais seguro que comprar algo num Posto de Gasolina, falo por experiência própria, pois quando estamos digitando os dados de um cartão de crédito na InterNET, a tela que aparece para a digitação destes dados é apresentada diretamente pela operadora, ou pela VISA, pela REDECARD por exemplo, e quando você envia a informação, esses dados vão diretamente para a operadora e ela retorna apenas um “OK” para a loja virtual, como operação aprovada, ou não aprovada. Isto é, nem o DONO da loja virtual sabe o número do seu cartão de crédito, apenas a operadora que validou a operação.
Infelizmente existem sistemas de comércio eletrônico para loja virtual, que não usam este tipo de transação, tornando a compra insegura para o internauta, e caso este venha ter algum tipo de problema em seu cartão de crédito, ele pode afetar a reputação de sua empresa com mensagens espalhadas pela InterNET e você, “inocentente”, devido a falta de informação, vai ter um problemão pra resolver, o do seu cliente e o seu de credibilidade.
Outro grande inimigo do comércio eletrônico são os sistemas que deixam sua loja virtual fora do ar.
Conforme já falamos, a publicidade OnLine gera resultados imediatos, e independente de sua loja virtual estar funcionando ou não, os internautas estarão encontrando seus anúncios e clicando neles para entrar em sua loja. E caso ela esteja fora do ar, isto faz com que essa publicidade entre pra categoria de custos e não de investimentos, pois o resultado desejado que é a venda, não será atingido devido sua loja virtual estar disponível para o internauta.
A InterNET funciona, mas se você não tiver estrutura tecnológica adequada e moderna, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
FORMAS DE PAGAMENTO
Já recebi reclamações de “lojistas virtuais”, dizendo que recebem muitas visitas em sua loja virtual, mas essas visitas não resultam em vendas, e um dos principais itens a serem analisados neste caso, é a forma de pagamento que a loja oferece ao internauta, para que ele compre seu produto ou serviço.
Loja virtual que somente aceita como forma de pagamento, depósito em conta corrente, nem devemos considerar que é uma loja virtual, e se for depósito em nome de pessoa física, com certeza essa “empresa” deve repensar sua estratégia OnLine.
Veja como os internautas pagam suas compras através da InterNET:
* 53% Cartão de Crédito
* 25% Boleto Bancário
* 07% Débito Bancário
* 25% Outras formas de pagamento
Segue formas de pagamentos que já possuem solução Online para serem utilizadas por lojas virtuais, oferecendo mais segurança para os internautas:
* Cartão de Crédito Visa
* Cartão de Crédito American Express
* Cartão de Crédito Mastercard
* Cartão de Crédito Dinners
* Cartão de Crédito Hipercard
* Cartão de Crédito Aura
* Itau ShopLine
* BradescoNet Shopfácil
* Banco do Brasil
* Unibanco
* Caixa Econômica Federal
* HSBC
* Banco Real Amro Bank
* Panamericano
* Finasa
* Losango
Concordo que é muito burocrático para uma empresa fechar os convênios com as operadoras de cartão de crédito e bancos, mas hoje, temos diversas empresas que nos ajudam com uma solução simples, que é terceirizar as formas de pagamento de sua loja. Elas cobram uma taxa sobre as vendas, geralmente um pouco maior que contratos feitos diretamente com as operadoras, mas oferecem algumas vantagens, principalmente para empresas novas, que estão iniciando não só no comércio eletrônico, mas também como empresas jurídicas.
Empresas indicadas:
* PagSeguro
* Pagamento Digital
* F2b
* PayPal
Fazendo um contrato único com algumas das empresas acima, geralmente você já tem a disposição do seu cliente, todas as operadoras de cartão de crédito e ainda oferece parcelamento das compras em várias parcelas com ou sem juros.
A InterNET funciona, mas se o internauta não tem uma forma adequada à sua necessidade, para efetuar o pagamento do que ele deseja comprar, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
ESTOQUE
Se você disponibiliza um produto na loja virtual, você deve obrigatoriamente ter algumas unidades disponíveis para envio imediato aos seus clientes.
Um grande diferencial entre a loja virtual e uma loja física, é a possibilidade de o cliente comprar o produto que ele deseja, e receber rapidamente em qualquer lugar do Brasil.
Conheço inúmeros casos de internautas que compraram um Livro por R$ 20,00 e pagaram R$ 40,00 para receber 2 ou 3 dias depois no interior do Acre, por exemplo. E se você é o vendedor desse livro e não tem ele disponível em estoque?
Utilize sistemas de controle de estoque virtual, mas que controle também o real e se você não trabalha com grandes quantidades em estoque, tenha parcerias com seus fornecedores para ele seja resposto rapidamente, pois seu cliente SEMPRE tem pressa pra receber o que comprou.
A InterNET funciona, mas se você não cumpre os prazos de entrega com o seu cliente, dificilmente ele volta a comprar em sua loja e você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
LOGÍSTICA
A principal forma de entrega de um pedido que podemos oferecer ao internauta que compra numa loja virtual, é o E-Sedex, o Sedex dos Correios exclusivo para o comércio eletrônico.
Os correios disponibilizam uma forma de contrato que beneficia muito o internauta, que é quem paga pelas entregas dos pedidos que ele compra pela InterNET, e caso sua loja ofereça estes valores diferenciados de taxa de entrega, você também pode ser muito beneficiado, pois não é todos, mas muitos internautas escolhem a loja virtual que vai comprar se baseando na taxa de entrega , principalmente se seu produto não é exclusivo, e muitas empresas o vendem.
Segue exemplo da diferença de valores para entrega de pedidos:
300 gramas de São Paulo para Brasília
Sedex R$ 21,50
E-Sedex R$ 7,71
1 kilo de São Paulo para São Paulo
Sedex R$ 10,50
E-Sedex R$ 5,50
São muitas exigências para que sua empresa tenha esse contrato de E-Sedex com os correios, mas o beneficio é muito grande.
A InterNET funciona, mas se você vende o que outras lojas vendem e você cobra mais caro a taxa de entrega, você não obterá o resultado desejado.
ATENDIMENTO AO CLIENTE
Principal forma de contato com seu cliente.
Quando chega uma mensagem do seu cliente ou futuro cliente por email, ela deve ter prioridade total para resposta, principalmente porque muitas empresas ainda “desprezam” a agilidade desta ferramenta e não a utilizam como diferencial no atendimento, demorando horas, dias, semanas ou até mesmo não respondem as mensagens.
TELEFONE
O internauta pode ter muita pressa numa resposta, e vai utilizar o telefone para tirar sua dúvida, então, nunca devemos dispensar e não oferecer este canal tradicional de atendimento ao cliente.
Muitos internautas também utilizam o telefone para verificar “se a empresa existe mesmo”, pois muitas vezes duvidam dos preços oferecidos quando eles forem muito diferentes do mercado.
ATENDIMENTO ONLINE
É muito importante esta solução de contato rápido entre o internauta e sua loja virtual, pois oferecer um “chat” deixa o atendimento, mais rápido que o email e mais cômodo e barato que o telefone.
RECLAMAÇÕES
Atender um cliente não é somente antes de uma venda, é principalmente depois que tenha acontecido algum problema com o pedido dele. Ele nunca deve se sentir desassistido pela sua empresa.
A InterNET funciona, mas se você não atende seu cliente antes ou depois da venda, com certeza não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.
PÓS-VENDA
Independente se você vende um produto ou serviço, sua venda só esta concretizada quando o internauta pagou, recebeu e está satisfeito com a compra em sua loja virtual.
DICAS
* Se o internauta tirou uma dúvida, mas não efetuou a compra, procure saber o motivo que o levou a não comprar ou comprar em outra empresa.
* Se o internauta não pagou o boleto na data de vencimento, ofereça uma nova forma de pagamento.
* Se a operadora de cartão de crédito não aprovou o pagamento dele, ofereça uma nova forma de pagamento, ou outra bandeira de cartão, ou boleto bancário, que geralmente oferecemos desconto para esta forma de pagamento.
* Se disponível, envie por email o código de rastreamento da encomenda para que seu cliente acompanhe OnLine onde está seu pedido, mas cuidado, envie antes que seu cliente receba a encomenda.
* Procure saber a opinião de seu cliente, não só desde o início do processo de compra até o recebimento do pedido, mas também sobre a satisfação com o produto adquirido.
CONSELHO
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitas visitas, ela precisa ter muitos pedidos.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos, eles têm que estar o pagamento confirmado.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos com pagamento confirmado, eles têm que estar entregues.
* Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos entregues, seu cliente tem que estar totalmente satisfeito.
CONCLUSÃO
Não adianta trazer o internauta para sua loja virtual através de publicidade OnLine, se:
* Sua loja virtual esta fora do ar
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* Se sua taxa de entrega é maior que seus concorrentes
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Autor: Roberto Camargo
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e-commerce: Guerra dos preços na Internet intensifica-se
Exclusivo i, "The New York Times"
por Brad Stone, Publicado em 24 de Fevereiro de 2010 | Actualizado há 17 horas
As vendas na Internet estão a gerar polémica. À ausência da divulgação dos preços juntam-se as críticas de retalhistas aos valores praticados
Em algumas páginas de comércio electrónico que vendem produtos como televisões, câmaras digitais e jóias, uma parte essencial de informação está visivelmente ausente: o preço.
Para ver quanto custam estes artigos, os compradores têm de acrescentar o produto ao seu carrinho de compras - na realidade, têm que levá-lo à caixa registadora virtual para terem direito ao preço.
A falta do preço é parte de uma batalha maior que está a varrer o mundo do comércio electrónico. Desconfiadas da tendência da Internet para baixar implacavelmente os preços, as grandes marcas - e, agora, os editores livreiros - estão a ripostar, pondo em acção uma variedade de tácticas e ferramentas para controlar a forma como o seus produtos são apresentados e apreçados online.
"Estamos a ver empresas de todos os tipos a testar as águas" com estratégias para controlar a marcação de preços online, explica Christopher Sprigman, professor assistente de propriedade intelectual na Universidade de Direito da Virginia, Estados Unidos, e antigo advogado antitrust no Departamento de Justiça. "Elas acham que, agora, têm mais liberdade para o fazer."
Em muitos casos, essa liberdade deriva de uma decisão de 2007 do Supremo Tribunal no caso da Leegin Creative Leather Products versus PSKS. A decisão deu aos fabricantes um espaço de manobra consideravelmente maior para ditar os preços de retalho, o que antes era considerado uma violação da lei antitrust, e estabeleceu uma elevada barreira legal aos retalhistas para estes provarem que isso é mau para os consumidores.
Desde que a decisão foi tomada, os retalhistas dizem que os fabricantes tornaram-se mais agressivos no que diz respeito a uma ferramenta em particular: a proibição dos retalhistas em publicitar os seus produtos por um valor inferior ao preço certo.
Para retalhistas offline como as lojas Wal-Mart ou a Best Buy, isto significa que não podem baixar esses preços nos panfletos ou em anúncios de jornais. Porém, os retalhistas online carregam um fardo maior. Os fabricantes consideram que as páginas de produtos em sites como eBay ou a Amazon são anúncios, e queixam-se sempre que os sites de comércio electrónico colocam preços abaixo do preço mínimo. Isto leva a que os sites substituam os preços por notas que dizem coisas como "Para ver o nosso preço, acrescente este item ao seu carrinho de compras". Na semana passada, houve um dia em que faltavam preços no Amazon.com para um conjunto de produtos, como o berbequim Milwaukee Sub-Compact Driver, o relógio de homem Esperanza da Movado e o amplificador de sinal Onkyo 7.2.
Como resultado, esses preços não apareciam em sites de busca como o Google Product Search e PriceGrabber.com. A tendência enfraqueceu acentuadamente uma das promessas implícitas do comércio electrónico: que buscas rápidas e visitas a sites de comparação de preços proporcionam os melhores negócios.
A maior parte dos retalhistas online queixa-se que a falta de preços confunde os consumidores e oferece uma vantagem às grandes cadeias como a Wal-Mart, que não têm de carregar o mesmo fardo nas suas lojas. Dizem também que a prática de forçar preços mínimos nos anúncios espalhou-se gradualmente do negócio dos produtos electrónicos para empresas de outras indústrias, como as de material desportivo e ourivesaria, que estão também a tentar obstruir a tendência descendente dos preços online.
A Amazon recusou fazer comentários sobre o assunto, mas os sentimentos da empresa sobre a questão são públicos. "Os retalhistas como a Amazon têm o direito legal de estabelecer, independentemente, os seus próprios preços, mas alguns fabricantes colocam restrições à forma como esses preços podem ser comunicados", lê-se numa explicação em páginas da Amazon com produtos sem preço marcado.
Alguns retalhistas online, como a Buy.com, dizem que as restrições à publicidade não afectaram visivelmente as vendas. Porém, a maioria das outras empresas de comércio electrónico protestam de forma veemente.
"Pensamos que os consumidores são melhor servidos quando o mercado do retalho é aberto e transparente, quando os retalhistas têm oportunidade de oferecer os melhores preços e serviços e não são controlados a partir de cima pelos fabricantes", afirma Brian Bieron, director da eBay para as relações domésticas com o governo.
Os fabricantes, claro, têm uma visão diferente. Dizem que a competitividade da Internet abriu uma corrida aos preços mais baixos - com toda a gente, desde grandes empresas a vendedores de garagem, a oferecerem, vorazmente, produtos com desconto e até a venderem com prejuízo num esforço para capturar quota de mercado e atenção dos grandes motores de busca e dos sites de comparação de preços. Estão também preocupados com a possibilidade dos seus maiores parceiros de retalho poderem estar relutantes em coincidir os cortes de preço online e assim deixarem de vender os seus produtos de todo.
"Não existindo este jogo do empurra entre fabricante e retalhista, haverá a tendência natural de baixar o preço até ao zero", afirma Wes Shepherd, director executivo da Channel Velocity, que vende software que permite às empresas fazer buscas na Internet à procura de violações dos acordos de marcação de preços.
A Southern Audio Services, sediada em Baton Rouge, Louisiana, estabelece o preço sugerido de retalho de 80 dólares (aproximadamente 60 euros) para os seus auscultadores Woodees Inner-Ear Stereo, embora o seu preço mínimo publicitado seja de 50 dólares (cerca de 37 euros). A maioria dos retalhistas online vende-os a cerca de 50 dólares, mas a Amazon cobra 48,40 dólares (35,60 euros), não colocando o preço na página do produto.
"Isto vai acabar por tornar-se numa corrida em direcção ao zero se nada for feito para lidar com o problema", alerta Jon C. Jordan, director-executivo da Southern Audio Services. "Teremos então desvalorizado o produto ao ponto de ser difícil distribui-lo e os consumidores perderem o interesse nele."
O campo de batalha pode mudar para Washington. Empresas como a eBay e a Amazon já pediram ao Congresso que anule alguns aspectos da decisão Leegin. Um projecto de lei que revogaria algumas disposições da decisão está a ser considerado pela Câmara dos Representantes. Em Outubro último, procuradores gerais de 41 estados escreveram uma carta aos membros do House Judiciary Committee (comité do Congresso que superintende a administração da justiça nos tribunais federais), argumentando que a decisão do Supremo Tribunal teve como resultado o aumento dos preços para os consumidores.
Tal como outros fabricantes de produtos, os livreiros foram também encorajados pela decisão Leegin. Pela sua parte, querem prevenir que os preços baixos nos livros electrónicos canibalizem as mais rentáveis vendas em papel e assim abalem os já instáveis alicerces de parceiros de retalho como a Barnes&Noble e a Borders.
Em vez de venderem livros por atacado a retalhistas como a Amazon.com, os livreiros querem vendê-los directamente, estabelecendo preços e fazendo com que o retalhista actue como agente, recebendo uma comissão fixa de 30 por cento. A Macmillan chegou a recentemente a um acordo deste tipo com a Amazon.com após uma prolongada disputa que levou a Amazon a remover, por pouco tempo, os livros electrónicos e físicos da Macmillan do seu site. Acordos com os outros grandes livreiros devem estar para breve.
Os livreiros "estão a utilizar um conjunto diferente de alavancas, e um vocabulário diferente, para obterem o que querem", diz Scot Wingo, director executivo da ChannelAdvisor, que ajuda empresas a venderam online. "Mas o resultado é o mesmo. Os fabricantes estão, efectivamente, a controlar o preço que o consumidor vê na Internet."
por Brad Stone, Publicado em 24 de Fevereiro de 2010 | Actualizado há 17 horas
As vendas na Internet estão a gerar polémica. À ausência da divulgação dos preços juntam-se as críticas de retalhistas aos valores praticados
Em algumas páginas de comércio electrónico que vendem produtos como televisões, câmaras digitais e jóias, uma parte essencial de informação está visivelmente ausente: o preço.
Para ver quanto custam estes artigos, os compradores têm de acrescentar o produto ao seu carrinho de compras - na realidade, têm que levá-lo à caixa registadora virtual para terem direito ao preço.
A falta do preço é parte de uma batalha maior que está a varrer o mundo do comércio electrónico. Desconfiadas da tendência da Internet para baixar implacavelmente os preços, as grandes marcas - e, agora, os editores livreiros - estão a ripostar, pondo em acção uma variedade de tácticas e ferramentas para controlar a forma como o seus produtos são apresentados e apreçados online.
"Estamos a ver empresas de todos os tipos a testar as águas" com estratégias para controlar a marcação de preços online, explica Christopher Sprigman, professor assistente de propriedade intelectual na Universidade de Direito da Virginia, Estados Unidos, e antigo advogado antitrust no Departamento de Justiça. "Elas acham que, agora, têm mais liberdade para o fazer."
Em muitos casos, essa liberdade deriva de uma decisão de 2007 do Supremo Tribunal no caso da Leegin Creative Leather Products versus PSKS. A decisão deu aos fabricantes um espaço de manobra consideravelmente maior para ditar os preços de retalho, o que antes era considerado uma violação da lei antitrust, e estabeleceu uma elevada barreira legal aos retalhistas para estes provarem que isso é mau para os consumidores.
Desde que a decisão foi tomada, os retalhistas dizem que os fabricantes tornaram-se mais agressivos no que diz respeito a uma ferramenta em particular: a proibição dos retalhistas em publicitar os seus produtos por um valor inferior ao preço certo.
Para retalhistas offline como as lojas Wal-Mart ou a Best Buy, isto significa que não podem baixar esses preços nos panfletos ou em anúncios de jornais. Porém, os retalhistas online carregam um fardo maior. Os fabricantes consideram que as páginas de produtos em sites como eBay ou a Amazon são anúncios, e queixam-se sempre que os sites de comércio electrónico colocam preços abaixo do preço mínimo. Isto leva a que os sites substituam os preços por notas que dizem coisas como "Para ver o nosso preço, acrescente este item ao seu carrinho de compras". Na semana passada, houve um dia em que faltavam preços no Amazon.com para um conjunto de produtos, como o berbequim Milwaukee Sub-Compact Driver, o relógio de homem Esperanza da Movado e o amplificador de sinal Onkyo 7.2.
Como resultado, esses preços não apareciam em sites de busca como o Google Product Search e PriceGrabber.com. A tendência enfraqueceu acentuadamente uma das promessas implícitas do comércio electrónico: que buscas rápidas e visitas a sites de comparação de preços proporcionam os melhores negócios.
A maior parte dos retalhistas online queixa-se que a falta de preços confunde os consumidores e oferece uma vantagem às grandes cadeias como a Wal-Mart, que não têm de carregar o mesmo fardo nas suas lojas. Dizem também que a prática de forçar preços mínimos nos anúncios espalhou-se gradualmente do negócio dos produtos electrónicos para empresas de outras indústrias, como as de material desportivo e ourivesaria, que estão também a tentar obstruir a tendência descendente dos preços online.
A Amazon recusou fazer comentários sobre o assunto, mas os sentimentos da empresa sobre a questão são públicos. "Os retalhistas como a Amazon têm o direito legal de estabelecer, independentemente, os seus próprios preços, mas alguns fabricantes colocam restrições à forma como esses preços podem ser comunicados", lê-se numa explicação em páginas da Amazon com produtos sem preço marcado.
Alguns retalhistas online, como a Buy.com, dizem que as restrições à publicidade não afectaram visivelmente as vendas. Porém, a maioria das outras empresas de comércio electrónico protestam de forma veemente.
"Pensamos que os consumidores são melhor servidos quando o mercado do retalho é aberto e transparente, quando os retalhistas têm oportunidade de oferecer os melhores preços e serviços e não são controlados a partir de cima pelos fabricantes", afirma Brian Bieron, director da eBay para as relações domésticas com o governo.
Os fabricantes, claro, têm uma visão diferente. Dizem que a competitividade da Internet abriu uma corrida aos preços mais baixos - com toda a gente, desde grandes empresas a vendedores de garagem, a oferecerem, vorazmente, produtos com desconto e até a venderem com prejuízo num esforço para capturar quota de mercado e atenção dos grandes motores de busca e dos sites de comparação de preços. Estão também preocupados com a possibilidade dos seus maiores parceiros de retalho poderem estar relutantes em coincidir os cortes de preço online e assim deixarem de vender os seus produtos de todo.
"Não existindo este jogo do empurra entre fabricante e retalhista, haverá a tendência natural de baixar o preço até ao zero", afirma Wes Shepherd, director executivo da Channel Velocity, que vende software que permite às empresas fazer buscas na Internet à procura de violações dos acordos de marcação de preços.
A Southern Audio Services, sediada em Baton Rouge, Louisiana, estabelece o preço sugerido de retalho de 80 dólares (aproximadamente 60 euros) para os seus auscultadores Woodees Inner-Ear Stereo, embora o seu preço mínimo publicitado seja de 50 dólares (cerca de 37 euros). A maioria dos retalhistas online vende-os a cerca de 50 dólares, mas a Amazon cobra 48,40 dólares (35,60 euros), não colocando o preço na página do produto.
"Isto vai acabar por tornar-se numa corrida em direcção ao zero se nada for feito para lidar com o problema", alerta Jon C. Jordan, director-executivo da Southern Audio Services. "Teremos então desvalorizado o produto ao ponto de ser difícil distribui-lo e os consumidores perderem o interesse nele."
O campo de batalha pode mudar para Washington. Empresas como a eBay e a Amazon já pediram ao Congresso que anule alguns aspectos da decisão Leegin. Um projecto de lei que revogaria algumas disposições da decisão está a ser considerado pela Câmara dos Representantes. Em Outubro último, procuradores gerais de 41 estados escreveram uma carta aos membros do House Judiciary Committee (comité do Congresso que superintende a administração da justiça nos tribunais federais), argumentando que a decisão do Supremo Tribunal teve como resultado o aumento dos preços para os consumidores.
Tal como outros fabricantes de produtos, os livreiros foram também encorajados pela decisão Leegin. Pela sua parte, querem prevenir que os preços baixos nos livros electrónicos canibalizem as mais rentáveis vendas em papel e assim abalem os já instáveis alicerces de parceiros de retalho como a Barnes&Noble e a Borders.
Em vez de venderem livros por atacado a retalhistas como a Amazon.com, os livreiros querem vendê-los directamente, estabelecendo preços e fazendo com que o retalhista actue como agente, recebendo uma comissão fixa de 30 por cento. A Macmillan chegou a recentemente a um acordo deste tipo com a Amazon.com após uma prolongada disputa que levou a Amazon a remover, por pouco tempo, os livros electrónicos e físicos da Macmillan do seu site. Acordos com os outros grandes livreiros devem estar para breve.
Os livreiros "estão a utilizar um conjunto diferente de alavancas, e um vocabulário diferente, para obterem o que querem", diz Scot Wingo, director executivo da ChannelAdvisor, que ajuda empresas a venderam online. "Mas o resultado é o mesmo. Os fabricantes estão, efectivamente, a controlar o preço que o consumidor vê na Internet."
Oportunidade Imperdivel!!
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São 100 milhões de e-mails, dividido por pessoas fisicas, pessoas jurídicas, empresas e estados. Extraidos e testados
Também como forma de cordialidade, estarei enviando um programa de envio.
Onde dependendo do seu servidor SMTP, poderá enviar cerca de 500 mil e-mail por dia.
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Aguardamos comentários
Atenciosamente,
Sérgio Januário
43 99276923
www.planetshopp.com
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Sérgio Januário
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10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail
10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail
Por Marina Vidigal
Revista PEGN
Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. “A ferramenta é valiosa para empreendedores, uma vez que os coloca em pé de igualdade com as grandes empresas”, diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dinamize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marketing. Ele montou a Rede do Bem, uma comunidade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmente ele dispara e-mails para 4.300 alunos. “Como divulgo vagas de emprego, a rede é relevante para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados.”
1 INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS
De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. “Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía¬-mos nem o nome das pessoas”, diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. “Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consistente de 8.700 assinantes.”
2 ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT
Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento — caso contrário, a sua empresa corre o risco de ficar associada ao desrespeito e à prática de spam.
3 ACERTE NA FREQUÊNCIA
A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo semanais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa.
4 SEJA RELEVANTE
Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente relevantes para quem recebe.
5 POSSIBILITE A TROCA
Não se restrinja a enviar mensagens. Apresente para o destinatário um canal de aprofundamento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em sites e blogs, disponibilize formulários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.
6 DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS
Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Caso queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.
7 SEJA OBJETIVO
Tenha títulos e mensagens objetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens — você tem poucos segundos para atrair quem lê.
8 DRIBLE O ANTI-SPAM
Antes de liberadas pelos provedores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem palavras ranqueadas em mecanismos específicos — se uma delas atinge certa pontuação, é interpretada como lixo. “Sexo”, “Viagra” e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em períodos de programa Big Brother Brasil, “BBB” é um termo que também assusta. Antes de disparar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para endereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.
9 INVISTA NO ENVIO
Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo “doméstico” costuma ser barrado pelos provedores.
10 MENSURE OS RETORNOS
O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.
Por Marina Vidigal
Revista PEGN
Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. “A ferramenta é valiosa para empreendedores, uma vez que os coloca em pé de igualdade com as grandes empresas”, diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dinamize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marketing. Ele montou a Rede do Bem, uma comunidade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmente ele dispara e-mails para 4.300 alunos. “Como divulgo vagas de emprego, a rede é relevante para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados.”
1 INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS
De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. “Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía¬-mos nem o nome das pessoas”, diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. “Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consistente de 8.700 assinantes.”
2 ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT
Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento — caso contrário, a sua empresa corre o risco de ficar associada ao desrespeito e à prática de spam.
3 ACERTE NA FREQUÊNCIA
A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo semanais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa.
4 SEJA RELEVANTE
Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente relevantes para quem recebe.
5 POSSIBILITE A TROCA
Não se restrinja a enviar mensagens. Apresente para o destinatário um canal de aprofundamento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em sites e blogs, disponibilize formulários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.
6 DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS
Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Caso queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.
7 SEJA OBJETIVO
Tenha títulos e mensagens objetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens — você tem poucos segundos para atrair quem lê.
8 DRIBLE O ANTI-SPAM
Antes de liberadas pelos provedores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem palavras ranqueadas em mecanismos específicos — se uma delas atinge certa pontuação, é interpretada como lixo. “Sexo”, “Viagra” e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em períodos de programa Big Brother Brasil, “BBB” é um termo que também assusta. Antes de disparar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para endereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.
9 INVISTA NO ENVIO
Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo “doméstico” costuma ser barrado pelos provedores.
10 MENSURE OS RETORNOS
O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.
Brasil teve mais de 25 milhões de internautas em 2009, diz pesquisa
Ibope revela que acesso à internet cresceu 10% no ano passado.
Maioria das pessoas se conecta por meio de celulares.
Do G1, em São Paulo
Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 25 milhões de brasileiros acessaram a internet no ano passado. O estudo, realizado entre setembro e outubro de 2009 em 11 mercados brasileiros, mostrou um crescimento de 10% no uso da web entre os dois últimos anos.
Ainda, a pesquisa apontou que entre as 17 mil pessoas entrevistadas que acessam a rede por meio de outros equipamentos que não o computador, 66% navegam pelo celular, 21% por smartphones com conexão 3G, 9% usam a web no computador de mão e 3% por meio de smartphones sem tecnologia 3G. Entre eles, cerca de 25% acessam a internet diariamente.
Maioria das pessoas se conecta por meio de celulares.
Do G1, em São Paulo
Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 25 milhões de brasileiros acessaram a internet no ano passado. O estudo, realizado entre setembro e outubro de 2009 em 11 mercados brasileiros, mostrou um crescimento de 10% no uso da web entre os dois últimos anos.
Ainda, a pesquisa apontou que entre as 17 mil pessoas entrevistadas que acessam a rede por meio de outros equipamentos que não o computador, 66% navegam pelo celular, 21% por smartphones com conexão 3G, 9% usam a web no computador de mão e 3% por meio de smartphones sem tecnologia 3G. Entre eles, cerca de 25% acessam a internet diariamente.
Internet deixará usuários mais inteligentes, dizem especialistas
Pesquisa on-line ouviu cientistas e engenheiros de tecnologia, entre outros.
Maioria diz acreditar que web melhorará níveis de leitura e escrita até 2020.
Da Reuters
Uma pesquisa on-line feita com 895 internautas e especialistas mostrou que mais de três quartos dos entrevistados acreditam que a internet deixará as pessoas mais inteligentes ao longo dos próximos 10 anos.
A maioria dos entrevistados também afirmou que a internet vai melhorar os níveis de leitura e escrita até 2020, segundo o estudo do Imagining the Internet Center, da Universidade de Elon, e o projeto Pew Internet and American Life.
“Três em cada quatro especialistas afirmaram que o uso da internet aumenta a inteligência humana, e dois terços disseram que o uso da internet já melhorou os níveis de leitura, escrita e compreensão de conhecimento”, disse a coautora do estudo, Janna Anderson, diretora do Imagining the Internet Center.
Mas, para 21% dos entrevistados, a internet tem o efeito contrário e pode até diminuir a inteligência de quem a usa muito.
“Ainda há muitas pessoas que são críticas do impacto do Google, Wikipedia e outras ferramentas da web”, disse ela.
A pesquisa coletou opiniões de cientistas, líderes de negócios, consultores, escritores e engenheiros de tecnologia, além de internautas escolhidos pelo pesquisadores. Das 895 pessoas entrevistadas, 371 delas seriam “especialistas”.
Motivação
O que motivou os pesquisadores, em parte, foi uma reportagem de capa da “Atlantic Monthly” de agosto de 2008, escrita pelo repórter de tecnologia Nicholas Carr: “O Google está nos deixando burros?”.
No artigo, Carr sugere que o uso excessivo da web estaria afetando a capacidade de concentração e reflexão das pessoas. Carr, que participou do estudo, afirmou que ainda concorda com essa visão.
“O que a internet faz é transferir o foco de nossa inteligência de uma inteligência meditativa ou contemplativa para o que pode ser chamado de uma inteligência utilitária”, disse Carr no release que acompanha a pesquisa. “O preço de ficarmos pulando de pedaço em pedaço de informação é a perda de profundidade de nossa reflexão”, prosseguiu.
Já o fundador do Craigslist, Craig Newmark, afirmou que “as pessoas já usam o Google como adjunto de sua própria memória”.
“Por exemplo, eu acho que estou certo sobre alguma coisa, e preciso de fatos para sustentar isso e o Google me ajuda com isso”, disse ele.
A pesquisa também mostra que 42% dos especialistas acreditam que a atividade on-line anônima será “drasticamente reduzida” até 2020, graças a melhores sistemas de segurança e de identificação, ao passo que 55% crêem que ainda será razoavelmente fácil navegar pela internet em anonimato daqui a dez anos.
Maioria diz acreditar que web melhorará níveis de leitura e escrita até 2020.
Da Reuters
Uma pesquisa on-line feita com 895 internautas e especialistas mostrou que mais de três quartos dos entrevistados acreditam que a internet deixará as pessoas mais inteligentes ao longo dos próximos 10 anos.
A maioria dos entrevistados também afirmou que a internet vai melhorar os níveis de leitura e escrita até 2020, segundo o estudo do Imagining the Internet Center, da Universidade de Elon, e o projeto Pew Internet and American Life.
“Três em cada quatro especialistas afirmaram que o uso da internet aumenta a inteligência humana, e dois terços disseram que o uso da internet já melhorou os níveis de leitura, escrita e compreensão de conhecimento”, disse a coautora do estudo, Janna Anderson, diretora do Imagining the Internet Center.
Mas, para 21% dos entrevistados, a internet tem o efeito contrário e pode até diminuir a inteligência de quem a usa muito.
“Ainda há muitas pessoas que são críticas do impacto do Google, Wikipedia e outras ferramentas da web”, disse ela.
A pesquisa coletou opiniões de cientistas, líderes de negócios, consultores, escritores e engenheiros de tecnologia, além de internautas escolhidos pelo pesquisadores. Das 895 pessoas entrevistadas, 371 delas seriam “especialistas”.
Motivação
O que motivou os pesquisadores, em parte, foi uma reportagem de capa da “Atlantic Monthly” de agosto de 2008, escrita pelo repórter de tecnologia Nicholas Carr: “O Google está nos deixando burros?”.
No artigo, Carr sugere que o uso excessivo da web estaria afetando a capacidade de concentração e reflexão das pessoas. Carr, que participou do estudo, afirmou que ainda concorda com essa visão.
“O que a internet faz é transferir o foco de nossa inteligência de uma inteligência meditativa ou contemplativa para o que pode ser chamado de uma inteligência utilitária”, disse Carr no release que acompanha a pesquisa. “O preço de ficarmos pulando de pedaço em pedaço de informação é a perda de profundidade de nossa reflexão”, prosseguiu.
Já o fundador do Craigslist, Craig Newmark, afirmou que “as pessoas já usam o Google como adjunto de sua própria memória”.
“Por exemplo, eu acho que estou certo sobre alguma coisa, e preciso de fatos para sustentar isso e o Google me ajuda com isso”, disse ele.
A pesquisa também mostra que 42% dos especialistas acreditam que a atividade on-line anônima será “drasticamente reduzida” até 2020, graças a melhores sistemas de segurança e de identificação, ao passo que 55% crêem que ainda será razoavelmente fácil navegar pela internet em anonimato daqui a dez anos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Acesso à internet chegou a 66,3 milhões de brasileiros em dezembro de 2009
Pesquisa do Ibope coloca país entre o que mais tempo passa na rede.
Atividade publicitária on-line e acesso a sites de vídeos também cresceu.
Do G1, em São Paulo
O Brasil terminou o ano de 2009 com 66,3 milhões de pessoas acessando a internet. A pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta quarta-feira (10) também coloca os brasileiros entre os internautas que mais navegam na rede, com média de 44 horas por mês.
O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho e de casa, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 6%.
Na média de tempo de uso da internet, o país ficou a frente dos Estados Unidos, com 40 horas, da Austrália, com 39 horas, e do Reino Unido, com 37 horas. Quando o acesso à rede inclui o uso de aplicativos, o tempo de conexão dos brasileiros subiu para 66 horas em dezembro de 2009.
O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.
Os sites de vídeos amadores, como o YouTube, por exemplo, tiveram uma audiência de 13,7 milhões de brasileiros em dezembro, e sites de vídeos profissionais, geralmente presentes nos grandes portais nacionais, tiveram 13,8 milhões de pessoas acessando seu conteúdo.Somadas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos on-line, com tempo de navegação médio de 1 hora e cinco minutos nos sites de vídeos amadores.
O setor on-line que mais cresceu no último mês de 2009 foi o de Finanças e Investimento, com evolução de 6,6%, puxado pela expansão de 9,8% na audiência dos sites de bandos. De acordo com a pesquisa, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou à sua maior audiência , com 21,3 milhões de pessoas.
A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.
Do total dos acessos à internet, o estudo aponta que 14% dos internautas da classe A utilizam dispositivos móveis como celulares, smartphones e PDAs para se conectar à rede, contra 6% da classe B e 2% da classe C. De quem acessa a internet de aparelhos móveis, 27% acessa sites de e-mail, 23% lêem notícias, 22% realizam buscas em sites especializados e 21% entram em redes sociais.
Em dezembro passado, o Orkut foi a rede social mais acessada no Brasil, com 80% dos brasileiros com acesso à internet utilizando o site. O Twitter vem em segundo lugar e o Facebook em terceiro.
O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.
Atividade publicitária on-line e acesso a sites de vídeos também cresceu.
Do G1, em São Paulo
O Brasil terminou o ano de 2009 com 66,3 milhões de pessoas acessando a internet. A pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta quarta-feira (10) também coloca os brasileiros entre os internautas que mais navegam na rede, com média de 44 horas por mês.
O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho e de casa, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 6%.
Na média de tempo de uso da internet, o país ficou a frente dos Estados Unidos, com 40 horas, da Austrália, com 39 horas, e do Reino Unido, com 37 horas. Quando o acesso à rede inclui o uso de aplicativos, o tempo de conexão dos brasileiros subiu para 66 horas em dezembro de 2009.
O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.
Os sites de vídeos amadores, como o YouTube, por exemplo, tiveram uma audiência de 13,7 milhões de brasileiros em dezembro, e sites de vídeos profissionais, geralmente presentes nos grandes portais nacionais, tiveram 13,8 milhões de pessoas acessando seu conteúdo.Somadas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos on-line, com tempo de navegação médio de 1 hora e cinco minutos nos sites de vídeos amadores.
O setor on-line que mais cresceu no último mês de 2009 foi o de Finanças e Investimento, com evolução de 6,6%, puxado pela expansão de 9,8% na audiência dos sites de bandos. De acordo com a pesquisa, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou à sua maior audiência , com 21,3 milhões de pessoas.
A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.
Do total dos acessos à internet, o estudo aponta que 14% dos internautas da classe A utilizam dispositivos móveis como celulares, smartphones e PDAs para se conectar à rede, contra 6% da classe B e 2% da classe C. De quem acessa a internet de aparelhos móveis, 27% acessa sites de e-mail, 23% lêem notícias, 22% realizam buscas em sites especializados e 21% entram em redes sociais.
Em dezembro passado, o Orkut foi a rede social mais acessada no Brasil, com 80% dos brasileiros com acesso à internet utilizando o site. O Twitter vem em segundo lugar e o Facebook em terceiro.
O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pagamento Digital (BuscaPé x Tray Sistemas)
Como funciona o Pagamento Digital
O Pagamento Digital é um serviço completo de soluções de pagamento.
Com nossa tecnologia, temos um canal direto de comunicação com bancos e operadoras de cartões de crédito ( Visa 12x, Mastercard 12x, American Express 15x, Aura 24x, Diners 12x, HiperCard 12x e Boleto Bancário e também com seu Saldo Virtual Pagamento Digital), fazendo com que todas as transações no ambiente Pagamento Digital sejam seguras.
Aumente suas vendas com Pagamento Digital
Oferecemos diversos produtos e serviços para atender a compradores e vendedores aliando sempre agilidade, segurança e praticidade.
Veja abaixo um resumo do funcionamento do Pagamento Digital em diversas situações:
Compras na Internet
O Pagamento Digital propicia uma experiência de compra extremamente amigável e segura.
Com o Pagamento Digital não é necessário criar contas e senhas para cada loja virtual. Você mantém apenas a conta Pagamento Digital e concentra nela todas as informações de suas compras on-line.
Em suas compras com o Pagamento Digital seus dados de cartões de crédito e demais informações financeiras não são reveladas para os vendedores.
Sua tranquilidade é garantida com a Intermediação Pagamento Digital, ferramenta que permite o bloqueio do valor pago até 14 dias após o pagamento.
Beneficios Pagamento Digital
Envio de dinheiro por e-mail
Com o Pagamento Digital você pode enviar dinheiro a qualquer pessoa que tenha uma conta de e-mail.
O valor fica disponível para ela sacar ou usar em créditos em compras on-line.
Quem irá receber a quantia não precisa ter conta no Pagamento Digital, basta um endereço de e-mail.
Veja como enviar dinheiro por e-mail
Envio de cobranças por e-mail
Seu cliente poderá fazer o pagamento utilizando todas as formas de pagamento, inclusive cartões de crédito com parcelamento.
Você também pode enviar cobranças para amigos e familiares.
Aprenda a enviar uma cobrança com o Pagamento Digital
Programa de Parceria Pagamento Digital
Qualquer pessoa pode ganhar dinheiro indicando as ferramentas do Pagamento Digital para seus amigos e conhecidos.
Também é possível incluir em seu site banners e divulgar a todos os seus visitantes todas as vantagens do sistema.
Desenvolvedores e Empresas de Software podem se tornar um integrador Pagamento Digital e ter sua marca e serviços divulgados de forma gratuita no site do Pagamento Digital.
Site: www.pagamentodigital.com.br
Curso de E-Commerce no Brasil é na INTERNET INNOVATION
A Internet Innovation é PIONEIRA na Formação de Profissionais que atuam com E-Commerce e Marketing Digital. Somos a PRIMEIRA empresa a oferecer uma grade completa de cursos especializados nestes segmentos.
Os cursos ministrados pela Internet Innovation são: Curso de Marketing Digital, Curso de e-Commerce, Curso Adwords, Curso Analytics, Curso SEO e o Curso INOVADOR de Formação de Gerente de E-commerce e Marketing Digital de 80 HORAS.
Oferecemos consultoria para empresas que desejam ingressar no comércio eletrônico com segurança, e ou lojas virtuais que encontram dificuldade em alavancar seus negócios pela WEB.
Site: http://www.internetinnovation.com.br
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Lula recebe proposta para plano nacional de banda larga até a próxima semana
Plano de banda larga pode ter teles como parceiras, diz ministro
Rede do governo pode atender até 80% da população, diz Paulo Bernardo.
Lula disse que Telebrás será reativada para expandir acesso à internet.
Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta sexta-feira (19), durante congresso nacional do PT, em Brasília, que o governo pode fazer o Plano Nacional de Banda Larga em parceria com as companhias telefônicas, desde que elas pratiquem preços menores e levem o acesso aos lugares mais remotos. O plano prevê a universaliação do acesso à internet de alta velocidade no país.
“Se as empresas fecharem um acordo com o governo e assumirem a responsabilidade de atender os consumidores em todo país a um preço decente, nós podemos fazer um acordo para levar o plano adiante com elas”, disse o ministro.
Segundo ele, hoje as empresas cobram preços muito elevados para o acesso à internet e não atendem os lugares mais distantes.
Rede do governo pode atender até 80% da população, diz Paulo Bernardo.
Lula disse que Telebrás será reativada para expandir acesso à internet.
Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta sexta-feira (19), durante congresso nacional do PT, em Brasília, que o governo pode fazer o Plano Nacional de Banda Larga em parceria com as companhias telefônicas, desde que elas pratiquem preços menores e levem o acesso aos lugares mais remotos. O plano prevê a universaliação do acesso à internet de alta velocidade no país.
“Se as empresas fecharem um acordo com o governo e assumirem a responsabilidade de atender os consumidores em todo país a um preço decente, nós podemos fazer um acordo para levar o plano adiante com elas”, disse o ministro.
Segundo ele, hoje as empresas cobram preços muito elevados para o acesso à internet e não atendem os lugares mais distantes.
Google vai oferecer internet ultrarrápida nos EUA
Gigante promete velocidade de 1 gbps para até 500 mil pessoas.
Serviço em caráter experimental foi anunciado nesta quarta (10).
Do G1, no Rio
Redes experimentais do Google vão oferecer velocidades de 1 gigabit por segundo.
O Google planeja construir redes experimentais de internet ultrarrápida, em vários pontos dos Estados Unidos, de acordo com anúncio feito nesta quarta-feira (10) no blog oficial da companhia.
A gigante de busca afirmou que as suas redes banda larga de fibra óptica vão oferecer velocidades de 1 gigabit por segundo para até 500 mil norte-americanos, a preços competitivos. Ainda segundo a companhia, seu novo serviço será mais de cem vezes mais rápida que as redes que a maioria dos americanos têm acesso atualmente.
“Imagine-se sentado em uma clínica na zona rural, fazendo streaming de imagens médicas tridimensionais através da web e conversar com um especialista em Nova York. Ou um download de um longa-metragem em alta definição, em menos de cinco minutos. Ou colaborando com os colegas ao redor do mundo enquanto assiste a um vídeo 3D ao vivo de uma palestra na universidade. O acesso universal à internet ultrarrápida vai tornar tudo isso e mais possível”, escreveram os gerentes de produto Minnie Ingersoll e James Kelly, ao anunciarem a nova experiência do Google.
Serviço em caráter experimental foi anunciado nesta quarta (10).
Do G1, no Rio
Redes experimentais do Google vão oferecer velocidades de 1 gigabit por segundo.
O Google planeja construir redes experimentais de internet ultrarrápida, em vários pontos dos Estados Unidos, de acordo com anúncio feito nesta quarta-feira (10) no blog oficial da companhia.
A gigante de busca afirmou que as suas redes banda larga de fibra óptica vão oferecer velocidades de 1 gigabit por segundo para até 500 mil norte-americanos, a preços competitivos. Ainda segundo a companhia, seu novo serviço será mais de cem vezes mais rápida que as redes que a maioria dos americanos têm acesso atualmente.
“Imagine-se sentado em uma clínica na zona rural, fazendo streaming de imagens médicas tridimensionais através da web e conversar com um especialista em Nova York. Ou um download de um longa-metragem em alta definição, em menos de cinco minutos. Ou colaborando com os colegas ao redor do mundo enquanto assiste a um vídeo 3D ao vivo de uma palestra na universidade. O acesso universal à internet ultrarrápida vai tornar tudo isso e mais possível”, escreveram os gerentes de produto Minnie Ingersoll e James Kelly, ao anunciarem a nova experiência do Google.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Google cria buscador para sites de comércio eletrônico
Por IDG News Service
Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.
O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.
A ferramenta será vendida a partir de 50.000 dólares por ano e será destinada aos principais varejistas digitais de cada país onde o Google opera.
Trata-se de um serviço hospedado e integrado ao Centro de Atendimento e Pesquisa da companhia de internet. Com o Google Merchant Center (formalmente chamado Google Base), os varejistas online enviam seus dados de catálogo para serem rastreados na internet. Uma vez encontradas, as mercadorias aparecem no site de busca de produtos do Google. Esta ferramenta é uma reação da empresa a sites como Shopping.com e Shopzilla.com.
“A maioria dos sites hoje não apresenta boa pesquisa. Ao acessar um canal de comércio eletrônico, você não pôde entrar no termo da busca exatamente do jeito como ele é descrito pelo catálogo da pesquisa dos varejistas”, explica o gerente de produto do Google Enterprise Search, Nitin Mangtani.
O Commerce Search é um serviço implementado por meio de um painel de administração. Além de incluir uma interface de programação que permite que os varejistas on-line personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa, o lojista tem a possibilidade de criar promoções para que determinados itens apareçam no topo dos resultados.
Google montou um site que mostra a nova ferramenta de pesquisa em tempo real: www.googlestore.com. O novo serviço não substitui o servidor de uma empresa comercial, apenas a parte de pesquisa.
(Julie Bort)
Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.
O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.A ferramenta será vendida a partir de 50.000 dólares por ano e será destinada aos principais varejistas digitais de cada país onde o Google opera.
Trata-se de um serviço hospedado e integrado ao Centro de Atendimento e Pesquisa da companhia de internet. Com o Google Merchant Center (formalmente chamado Google Base), os varejistas online enviam seus dados de catálogo para serem rastreados na internet. Uma vez encontradas, as mercadorias aparecem no site de busca de produtos do Google. Esta ferramenta é uma reação da empresa a sites como Shopping.com e Shopzilla.com.
“A maioria dos sites hoje não apresenta boa pesquisa. Ao acessar um canal de comércio eletrônico, você não pôde entrar no termo da busca exatamente do jeito como ele é descrito pelo catálogo da pesquisa dos varejistas”, explica o gerente de produto do Google Enterprise Search, Nitin Mangtani.
O Commerce Search é um serviço implementado por meio de um painel de administração. Além de incluir uma interface de programação que permite que os varejistas on-line personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa, o lojista tem a possibilidade de criar promoções para que determinados itens apareçam no topo dos resultados.
Google montou um site que mostra a nova ferramenta de pesquisa em tempo real: www.googlestore.com. O novo serviço não substitui o servidor de uma empresa comercial, apenas a parte de pesquisa.
(Julie Bort)
O nascimento do WWW - World Wide Web
A Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN) foi a responsável pela invenção da World Wide Web, ou simplesmente a Web, como hoje a conhecemos. Corria o ano de 1990, e o que, numa primeira fase, permitia apenas aos cientistas trocar dados, acabou por se tornar na complexa e essencial Web.
O responsável-mor pela invenção chama-se Tim Berners-Lee, que construiu o seu primeiro computador na Universidade de Oxford, onde se formou em 1976. Quatro anos depois, tornava-se consultor de engenharia de software no CERN e escrevia o seu primeiro programa para armazenamento de informação – chamava-se Enquire e, embora nunca tenha sido publicada, foi a base para o desenvolvimento da Web.
Em 1989, propôs um projecto de hipertexto que permitia às pessoas trabalhar em conjunto, combinando o seu conhecimento numa rede de documentos. Foi esse projecto que ficou conhecido como a World Wide Web.[6] A Web funcionou primeiro dentro do CERN, e no Verão de 1991 foi disponibilizada mundialmente.
Em 1994 Berners-Lee criou o World Wide Web Consortium, onde actualmente assume a função de director. Mais tarde, e em reconhecimento dos serviços prestados para o desenvolvimento global da Web, Tim Berners-Lee, actual director do World Wide Web Consortium, foi nomeado cavaleiro pela rainha da Inglaterra.
O responsável-mor pela invenção chama-se Tim Berners-Lee, que construiu o seu primeiro computador na Universidade de Oxford, onde se formou em 1976. Quatro anos depois, tornava-se consultor de engenharia de software no CERN e escrevia o seu primeiro programa para armazenamento de informação – chamava-se Enquire e, embora nunca tenha sido publicada, foi a base para o desenvolvimento da Web.
Em 1989, propôs um projecto de hipertexto que permitia às pessoas trabalhar em conjunto, combinando o seu conhecimento numa rede de documentos. Foi esse projecto que ficou conhecido como a World Wide Web.[6] A Web funcionou primeiro dentro do CERN, e no Verão de 1991 foi disponibilizada mundialmente.
Em 1994 Berners-Lee criou o World Wide Web Consortium, onde actualmente assume a função de director. Mais tarde, e em reconhecimento dos serviços prestados para o desenvolvimento global da Web, Tim Berners-Lee, actual director do World Wide Web Consortium, foi nomeado cavaleiro pela rainha da Inglaterra.
Desempenho anual no Brasil
- E-commerce - Comércio varejista virtual[1][2]:
- 2001 = faturamento de R$ 0,54 bilhão
- 2002 = faturamento de R$ 0,85 bilhão (+ 55% ref. 2001)
- 2003 = faturamento de R$ 1,18 bilhão (+ 39% ref. 2002)
- 2004 = faturamento de R$ 1,75 bilhão (+ 48% ref. 2003)
- 2005 = faturamento de R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004)
- 2006 = faturamento de R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
- 2007 = faturamento de R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
- 2008 = faturamento de R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007)
- 2009 = projeção* faturamento de R$ 10,5 bilhões (+ 25% ref. 2008)
- projeção estudo Web Shoppers E-bit.
Modelo Integrado do Comércio eletrônico
O Modelo Integrado de Comércio Eletrônico possui várias subdivisões do ambiente do CE e da sua integração com o ambiente empresarial. Este modelo enfatiza seus aspectos, valor, benefícios estratégicos e contribuições para o sucesso das organizações:
- Políticas e regras públicas: Estão relacionadas com os aspectos legais de regulamentação dos setores e mercados e das normas oficiais;
- Políticas e padrões técnicos: Estão relacionados com os aspectos de padronização para a compatibilização dos componentes do ambiente técnico, políticas de tratamento e comunicação de informações;
- Infovia Pública: É a rede formada tanto pela rede mundial Internet como pelos serviços on-line que tenham ligações com esta, sendo que a ênfase é no acesso livre e de baixo custo, e na integração entre os vários ambientes sem nenhuma restrição, incluindo desde os terminais mais simples de acesso até meios de comunicação mais sofisticados para grandes volumes de informações.
- Aplicações e Serviços Genéricos: são aqueles oferecidos pelo ambiente, através dos seus provedores, serviços on-line e fornecedores, disponíveis a todos, tais como correio eletrônico, transferência de arquivos, salas virtuais, algoritmos e softwares de criptografia;
- Aplicações de Comércio Eletrônico: São aquelas desenvolvidas com base nas camadas anteriores e que atendam as necessidades de uma organização ou grupo delas, tais como home banking.
Histórico do Comércio Eletrônico
O significado de comércio eletrônico vem mudando ao longo dos últimos 30 anos. Originalmente, CE significava a facilitação de transações comerciais eletrônicas, usando tecnologias como Eletronic Data Interchange (EDI) e Eletronic Funds Transfer (EFT). Ambas foram introduzidas no final dos anos 70, permitindo que empresas mandassem documentos comercias como ordem de compras e contas eletronicamente. O crescimento e a aceitação de cartões de créditos, caixas eletrônicos, serviços de atendimento ao cliente (SAC) no final dos anos 80 também eram formas de CE. Apesar de a internet ter se popularizado mundialmente em 94, somente após cinco anos os protocolos de segurança e a tecnologia DSL foram introduzidos, permitindo uma conexão contínua com a Internet. No final de 2000, várias empresas americanas e européias ofereceram seus serviços através da World Wide Web. Desde então, as pessoas começaram a associar à expressão ‘comércio eletrônico’ com a habilidade de adquirir facilidades através da Internet usando protocolos de segurança e serviços de pagamento eletrônico.
Comércio eletrônico
Comércio eletrônico (português brasileiro) ou comércio electrónico (português europeu) ou e-commerce, ou ainda comércio virtual, é um tipo de transação comercial feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, um computador.
Conceitua-se como o uso da comunicação eletrônica e digital, aplicada aos negócios, criando, alterando ou redefinindo valores entre organizações (B2B) ou entre estas e indivíduos (B2C), ou entre indivíduos (C2C), permeando a aquisição de bens, produtos ou serviços, terminando com a liquidação financeira por intermédio de meios de pagamento eletrônicos.
O ato de vender ou comprar pela internet é em si um bom exemplo de comércio eletrônico. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala. Muitos ramos da economia agora estão ligadas ao comércio eletrônico.
Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos. Ele ainda envolve pesquisa,desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte.
Através de conexões eletrônicas com clientes, fornecedores e distribuidores, o comércio eletrônico incrementa eficientemente as comunicações de negócio, para expandir a participação no mercado, e manter a viabilidade de longo prazo no ambiente de negócio.
No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CDs, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.
Conceitua-se como o uso da comunicação eletrônica e digital, aplicada aos negócios, criando, alterando ou redefinindo valores entre organizações (B2B) ou entre estas e indivíduos (B2C), ou entre indivíduos (C2C), permeando a aquisição de bens, produtos ou serviços, terminando com a liquidação financeira por intermédio de meios de pagamento eletrônicos.
O ato de vender ou comprar pela internet é em si um bom exemplo de comércio eletrônico. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala. Muitos ramos da economia agora estão ligadas ao comércio eletrônico.
Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos. Ele ainda envolve pesquisa,desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte.
Através de conexões eletrônicas com clientes, fornecedores e distribuidores, o comércio eletrônico incrementa eficientemente as comunicações de negócio, para expandir a participação no mercado, e manter a viabilidade de longo prazo no ambiente de negócio.
No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CDs, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.
A Rede no Brasil atualmente
O comércio eletrônico no Brasil movimentou 114 bilhões de dólares em 2008, um aumento de 82% sobre o volume de 2005, de acordo com pesquisa da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
O número de internautas residenciais no Brasil chegou a 18 milhões em junho, de acordo com o Ibope/NetRatings, um crescimento de 34% em relacão a junho de 2006. (O número representa usuários que acessaram a Internet de casa durante o mês de junho. O total de internautas no Brasil, ainda segundo a Ibope/NetRatings, é de 33 milhões de internautas.) Para os internautas residenciais, a média de tempo online durante o mês de junho foi de 22 horas e 26 minutos, maior que em outros países como França (19 horas e 34 minutos), Estados Unidos (19 horas e 05 minutos) e Austrália e Japão (ambos com 17 horas e 55 minutos).
O número de internautas residenciais no Brasil chegou a 18 milhões em junho, de acordo com o Ibope/NetRatings, um crescimento de 34% em relacão a junho de 2006. (O número representa usuários que acessaram a Internet de casa durante o mês de junho. O total de internautas no Brasil, ainda segundo a Ibope/NetRatings, é de 33 milhões de internautas.) Para os internautas residenciais, a média de tempo online durante o mês de junho foi de 22 horas e 26 minutos, maior que em outros países como França (19 horas e 34 minutos), Estados Unidos (19 horas e 05 minutos) e Austrália e Japão (ambos com 17 horas e 55 minutos).
A Internet no Brasil e a RNP
No Brasil, os primeiros embriões de rede surgiram em 1988 e ligavam universidades do Brasil a instituições nos Estados Unidos. No mesmo ano, o Ibase começou a testar o AlterNex, o primeiro serviço brasileiro de Internet não-acadêmica e não-governamental. Inicialmente o AlterNex era restrito aos membros do Ibase e associados e só em 1992 foi aberto ao público.
Em 1989, o Ministério da Ciência e Tecnologia lança um projeto pioneiro, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Existente ainda hoje, a RNP é uma organização de interesse público cuja principal missão é operar uma rede acadêmica de alcance nacional. Quando foi lançada, a organização tinha o objetivo de capacitar recursos humanos de alta tecnologia e difundir a tecnologia Internet através da implantação do primeiro backbone nacional.
O backbone funciona como uma espinha dorsal, é a infra-estrutura que conecta todos os pontos de uma rede. O primeiro backbone brasileiro foi inaugurado em 1991, destinado exclusivamente à comunidade acadêmica. Mais tarde, em 1995, o governo resolveu abrir o backbone e fornecer conectividade a provedores de acesso comerciais. A partir dessa decisão, surgiu uma discussão sobre o papel da RNP como uma rede estritamente acadêmica com acesso livre para acadêmicos e taxada para todos os outros consumidores. Com o crescimento da Internet comercial, a RNP voltou novamente a atenção para a comunidade científica.
A partir de 1997, iniciou-se uma nova fase na Internet brasileira. O aumento de acessos a rede e a necessidade de uma infra-estrutura mais veloz e segura levou a investimentos em novas tecnologias. Entretanto, devido a carência de uma infra-estrutura de fibra óptica que cobrisse todo o território nacional, primeiramente, optou-se pela criação de redes locais de alta velocidade, aproveitando a estrutura de algumas regiões metropolitanas. Como parte desses investimentos, em 2000, foi implantado o backbone RNP2 com o objetivo de interligar todo o país em uma rede de alta tecnologia. Atualmente, o RNP2 conecta os 27 estados brasileiros e interliga mais de 300 instituições de ensino superior e de pesquisa no país, como o INMETRO e suas sedes regionais.
Outro avanço alcançado pela RNP ocorreu em 2002. Nesse ano, o então presidente da república transformou a RNP em uma organização social. Com isso ela passa a ter maior autonomia administrativa para executar as tarefas e o poder público ganha meios de controle mais eficazes para avaliar e cobrar os resultados. Como objetivos dessa transformação estão o fornecimento de serviços de infra-estrutura de redes IP avançadas, a implantação e a avaliação de novas tecnologias de rede, a disseminação dessas tecnologias e a capacitação de recursos humanos na área de segurança de redes, gerência e roteamento.
A partir de 2005, a comunicação entre os Pontos de Presença (PoPs) da rede começou a ser ampliada com o uso de tecnologia óptica, o que elevou a capacidade de operação a 11 Gbps.
A base instalada de computadores no Brasil atinge 40 milhões, de acordo com pesquisa da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. O número, que inclui computadores em empresas e residencias, representa um crescimento de 25% sobre a base registrada no mesmo período do ano passado.
Em 1989, o Ministério da Ciência e Tecnologia lança um projeto pioneiro, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Existente ainda hoje, a RNP é uma organização de interesse público cuja principal missão é operar uma rede acadêmica de alcance nacional. Quando foi lançada, a organização tinha o objetivo de capacitar recursos humanos de alta tecnologia e difundir a tecnologia Internet através da implantação do primeiro backbone nacional.
O backbone funciona como uma espinha dorsal, é a infra-estrutura que conecta todos os pontos de uma rede. O primeiro backbone brasileiro foi inaugurado em 1991, destinado exclusivamente à comunidade acadêmica. Mais tarde, em 1995, o governo resolveu abrir o backbone e fornecer conectividade a provedores de acesso comerciais. A partir dessa decisão, surgiu uma discussão sobre o papel da RNP como uma rede estritamente acadêmica com acesso livre para acadêmicos e taxada para todos os outros consumidores. Com o crescimento da Internet comercial, a RNP voltou novamente a atenção para a comunidade científica.
A partir de 1997, iniciou-se uma nova fase na Internet brasileira. O aumento de acessos a rede e a necessidade de uma infra-estrutura mais veloz e segura levou a investimentos em novas tecnologias. Entretanto, devido a carência de uma infra-estrutura de fibra óptica que cobrisse todo o território nacional, primeiramente, optou-se pela criação de redes locais de alta velocidade, aproveitando a estrutura de algumas regiões metropolitanas. Como parte desses investimentos, em 2000, foi implantado o backbone RNP2 com o objetivo de interligar todo o país em uma rede de alta tecnologia. Atualmente, o RNP2 conecta os 27 estados brasileiros e interliga mais de 300 instituições de ensino superior e de pesquisa no país, como o INMETRO e suas sedes regionais.
Outro avanço alcançado pela RNP ocorreu em 2002. Nesse ano, o então presidente da república transformou a RNP em uma organização social. Com isso ela passa a ter maior autonomia administrativa para executar as tarefas e o poder público ganha meios de controle mais eficazes para avaliar e cobrar os resultados. Como objetivos dessa transformação estão o fornecimento de serviços de infra-estrutura de redes IP avançadas, a implantação e a avaliação de novas tecnologias de rede, a disseminação dessas tecnologias e a capacitação de recursos humanos na área de segurança de redes, gerência e roteamento.
A partir de 2005, a comunicação entre os Pontos de Presença (PoPs) da rede começou a ser ampliada com o uso de tecnologia óptica, o que elevou a capacidade de operação a 11 Gbps.
A base instalada de computadores no Brasil atinge 40 milhões, de acordo com pesquisa da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. O número, que inclui computadores em empresas e residencias, representa um crescimento de 25% sobre a base registrada no mesmo período do ano passado.
A História da Internet
A Internet surgiu a partir de pesquisas militares nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológica e politicamente antagônicos exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa liderada pela União Soviética e por Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam a eficácia e necessidade absoluta dos meios de comunicação. Nessa perspectiva, o governo dos Estados Unidos temia um ataque russo às bases militares. Um ataque poderia trazer a público informações sigilosas, tornando os EUA vulneráveis. Então foi idealizado um modelo de troca e compartilhamento de informações que permitisse a descentralização das mesmas. Assim, se o Pentágono fosse atingido, as informações armazenadas ali não estariam perdidas. Era preciso, portanto, criar uma rede, a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency. Em 1962, J.C.R LickLider do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) já falava em termos da existência de uma Rede Galáxica.
A ARPANET funcionava através de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que é um sistema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos pacotes, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original. O ataque inimigo nunca aconteceu, mas o que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não sabia era que dava início ao maior fenômeno midático do século 20', único meio de comunicação que em apenas 4 anos conseguiria atingir cerca de 50 milhões de pessoas.
Em 29 de Outubro de 1969 ocorreu a transmissão do que pode ser considerado o primeiro E-mail da história.[1] O texto desse primeiro e-mail seria "LOGIN", conforme desejava o Professor Leonard Kleinrock da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), mas o computador no Stanford Research Institute, que recebia a mensagem, parou de funcionar após receber a letra "O".
Já na década de 1970, a tensão entre URSS e EUA diminui. As duas potências entram definitivamente naquilo em que a história se encarregou de chamar de Coexistência Pacífica. Não havendo mais a iminência de um ataque imediato, o governo dos EUA permitiu que pesquisadores que desenvolvessem, nas suas respectivas universidades, estudos na área de defesa pudessem também entrar na ARPANET. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela.
Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores como também os alunos e os amigos dos alunos, tiveram acesso aos estudos já empreendidos e somaram esforços para aperfeiçoá-los. Houve uma época nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, já que a diversão estava em montá-los.
A mesma lógica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou não em uma utopia de difusão da informação, contribuíram decisivamente para a formação da Internet como hoje é conhecida. A tal ponto que o sociólogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou no livro A Galáxia da Internet (2003) que A Internet é, acima de tudo, uma criação cultural.
Um sistema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse encaminhado de uma rede para outra. Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.
Cientista Tim Berners-Lee, do CERN, criou a World Wide Web em 1991.
A empresa norte-americana Netscape criou o protocolo HTTPS, possibilitando o envio de dados criptografados para transações comercias pela internet.
Por fim, vale destacar que já em 1992, o então senador Al Gore, já falava na Superhighway of Information. Essa "super-estrada da informação" tinha como unidade básica de funcionamento a troca, compartilhamento e fluxo contínuo de informações pelos quatro cantos do mundo através de um rede mundial, a Internet. O que se pode notar é que o interesse mundial aliado ao interesse comercial, que evidentemente observava o potencial financeiro e rentável daquela "novidade", proporcionou o boom (explosão) e a popularização da Internet na década de 1990. Até 2003, cerca de mais de 600 milhões de pessoas estavam conectadas à rede. Segundo a Internet World Estatistics, em junho de 2007 este número se aproxima de 1 bilhão e 234 milhões de usuários.
A ARPANET funcionava através de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que é um sistema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos pacotes, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original. O ataque inimigo nunca aconteceu, mas o que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não sabia era que dava início ao maior fenômeno midático do século 20', único meio de comunicação que em apenas 4 anos conseguiria atingir cerca de 50 milhões de pessoas.
Em 29 de Outubro de 1969 ocorreu a transmissão do que pode ser considerado o primeiro E-mail da história.[1] O texto desse primeiro e-mail seria "LOGIN", conforme desejava o Professor Leonard Kleinrock da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), mas o computador no Stanford Research Institute, que recebia a mensagem, parou de funcionar após receber a letra "O".
Já na década de 1970, a tensão entre URSS e EUA diminui. As duas potências entram definitivamente naquilo em que a história se encarregou de chamar de Coexistência Pacífica. Não havendo mais a iminência de um ataque imediato, o governo dos EUA permitiu que pesquisadores que desenvolvessem, nas suas respectivas universidades, estudos na área de defesa pudessem também entrar na ARPANET. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela.
Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores como também os alunos e os amigos dos alunos, tiveram acesso aos estudos já empreendidos e somaram esforços para aperfeiçoá-los. Houve uma época nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, já que a diversão estava em montá-los.
A mesma lógica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou não em uma utopia de difusão da informação, contribuíram decisivamente para a formação da Internet como hoje é conhecida. A tal ponto que o sociólogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou no livro A Galáxia da Internet (2003) que A Internet é, acima de tudo, uma criação cultural.
Um sistema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse encaminhado de uma rede para outra. Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.
Cientista Tim Berners-Lee, do CERN, criou a World Wide Web em 1991.
A empresa norte-americana Netscape criou o protocolo HTTPS, possibilitando o envio de dados criptografados para transações comercias pela internet.
Por fim, vale destacar que já em 1992, o então senador Al Gore, já falava na Superhighway of Information. Essa "super-estrada da informação" tinha como unidade básica de funcionamento a troca, compartilhamento e fluxo contínuo de informações pelos quatro cantos do mundo através de um rede mundial, a Internet. O que se pode notar é que o interesse mundial aliado ao interesse comercial, que evidentemente observava o potencial financeiro e rentável daquela "novidade", proporcionou o boom (explosão) e a popularização da Internet na década de 1990. Até 2003, cerca de mais de 600 milhões de pessoas estavam conectadas à rede. Segundo a Internet World Estatistics, em junho de 2007 este número se aproxima de 1 bilhão e 234 milhões de usuários.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O que é Tecnologia da Informação (TI) ?
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Também é comumente utilizado para designar o conjunto de recursos não humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação da informação, bem como o modo como esses recursos estão organizados em um sistema capaz de executar um conjunto de tarefas.
A TI não se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunicação de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de informática, ao desenvolvimento de sistemas, ao suporte ao software, aos processos de produção e operação, ao suporte de hardware, etc.
A sigla TI, tecnologia da informação, abrange todas as atividades desenvolvidas na sociedade pelos recursos da informática. É a difusão social da informação em larga escala de transmissão, a partir destes sistemas tecnológicos inteligentes. Seu acesso pode ser de domínio público ou privado, na prestação de serviços das mais variadas formas.
Pequenas, médias e grandes empresas dependem dela para alcançar maior produtividade e competitividade. Através de passos simples ensinados por empresas do ramo, muitas alcançam sucesso e alavancam maiores rendimentos.
A aplicação, obtenção, processamento, armazenamento e transmissão de dados também são objeto de estudo na TI. O processamento de informação, seja de que tipo for, é uma atividade de importância central nas economias industriais avançadas por estar presente com grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação) introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados a obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial. Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos geralmente não tem acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação como: técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas um esquema. Este esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado mas isso não elimina o fato que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.
Conceito de Tecnologia da Informação
O termo Tecnologia da Information serve para designar o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para geração e uso da informação.Também é comumente utilizado para designar o conjunto de recursos não humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação da informação, bem como o modo como esses recursos estão organizados em um sistema capaz de executar um conjunto de tarefas.
A TI não se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunicação de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de informática, ao desenvolvimento de sistemas, ao suporte ao software, aos processos de produção e operação, ao suporte de hardware, etc.
A sigla TI, tecnologia da informação, abrange todas as atividades desenvolvidas na sociedade pelos recursos da informática. É a difusão social da informação em larga escala de transmissão, a partir destes sistemas tecnológicos inteligentes. Seu acesso pode ser de domínio público ou privado, na prestação de serviços das mais variadas formas.
Pequenas, médias e grandes empresas dependem dela para alcançar maior produtividade e competitividade. Através de passos simples ensinados por empresas do ramo, muitas alcançam sucesso e alavancam maiores rendimentos.
A aplicação, obtenção, processamento, armazenamento e transmissão de dados também são objeto de estudo na TI. O processamento de informação, seja de que tipo for, é uma atividade de importância central nas economias industriais avançadas por estar presente com grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação) introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados a obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial. Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos geralmente não tem acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação como: técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas um esquema. Este esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado mas isso não elimina o fato que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.
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